Alimentação balanceada

Posted under Cicatrizes, Endocrinologia por admin on quinta-feira 19 fevereiro 2009

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Não existe dieta milagrosa

 

Por Dr. Antonio Carlos Nascimento

CRM 75.426

 

Assim como a moda que transforma tendências entre uma e outra estação, as dietas estão indo para o mesmo rumo. As “dietas fashion” nada mais são que criações de agrupamentos inusitados de alimentos que ganham fama principalmente quando uma pessoa pública declara sucesso no emagrecimento com sua utilização.

A verdade é, e sempre será, o que cada um acredita. Não serei eu a martelar impiedosamente alguns modelos alimentares. Justamente eu que entendo que ninguém é rei por obra do acaso. Para não estender e correr o risco de ferir a assertiva anterior, comentarei uma dieta não balanceada que sem dúvida é a mais conhecida e consagrada pelo mundo afora. A chamada ‘Dieta sem Carboidratos’, conhecida também por ‘Dieta do Doutor Atkins’. Este tipo de alimentação propõe o consumo exclusivo de proteínas e gorduras, excluindo os carboidratos em qualquer uma de suas versões.

O velho Atkins não era desprovido de argumentos como alguns escancaram, mas não tomava o cuidado de criar protocolos para o uso comedido, do que talvez até seja um recurso temporário no emagrecimento, em pacientes selecionados. Ainda que eu entenda que a sustentabilidade de uma dieta desse perfil não seja tarefa fácil, o emagrecimento é obtido a partir da dificuldade criada pelas proteínas e gorduras na sua utilização pelo corpo humano.

Os carboidratos são rapidamente absorvidos após a ingestão alimentar; o açúcar livre, por exemplo, é absorvido de imediato. O amido encontrado nos pães e macarrão é absorvido quase na mesma velocidade, enquanto que carboidratos de absorção mais complexa como os das verduras e legumes cozidos podem levar algumas dezenas de minutos até a sua total absorção. Ou seja, uma dieta rica em açúcares é rapidamente absorvida e este açúcar instantaneamente é utilizado ou armazenado na forma de gordura em nossos depósitos, o que faz com que rapidamente surja o sinal da fome. Porém, se os carboidratos são compostos somente por carbonos e hidrogênio, as proteínas e gorduras também possuem estes dois elementos químicos, só que associados a outros elementos.

Portanto, se o organismo for capaz de fabricar carboidrato e souber retirar a matéria prima de proteínas e gorduras, não faltará carboidrato. Todos nós somos capazes disto, porém, isto demanda tempo e gasto calórico. E é justamente este conjunto de situações que é buscado na utilização de tal dieta. Pois, enquanto o organismo se esforça em fabricar carboidrato, ele se apropria primeiramente de suas reservas para obter a energia, sendo aí consumidos os depósitos de gordura. A questão é: se agradar a alguns a visão de bacon, ovos, carnes e linguiças, a estes mesmos surge a ideia de farofa, pães e arroz. E, neste caso, “é largar ou largar”. Aliado aos riscos de desequilíbrios agudos de colesterol, triglicerídeos e acido úrico, o próprio indivíduo passa a dar mostras de insustentabilidade com relação ao modelo alimentar.

Variações menos dramáticas desta dieta foram feitas e expressas sob vários nomes, como a dieta de South Beach. Outras dietas com menor suporte explicativo às vezes beiram ao mítico. Uma delas é a do tipo sanguíneo, que até o presente momento não apresenta sequer um ensaio clínico retirando-a do campo do imaginário. Algumas relacionam dietas a horóscopos e afins.

Concluindo, nenhuma dieta deve suprimir grupos alimentares, sob pena de danos orgânicos e psicológicos. Comamos de tudo, com moderação.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.<–>

Cicatriz em Mamoplastia Redutora

Posted under Cicatrizes por admin on quarta-feira 18 fevereiro 2009

 

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Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à cirurgia plástica, permite que a Mamoplastia Redutora apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

A cirurgia é simples e dura em média duas horas. Entre as técnicas mais usadas para reduzir o volume dos seios está a chamada cirurgia do “T invertido”. Criada pelo cirurgião Ivo Pitanguy, essa técnica envolve um corte em volta da aréola, um corte no sulco mamário e um terceiro que liga os outros dois.

O resultado é uma cicatriz no formato de um “T” invertido. Outras duas técnicas de redução dos seios são as que deixam cicatrizes nos formatos de “L” e “I”. Em todos os casos, o cirurgião tomará o máximo de cuidado para evitar qualquer cicatriz inútil. Depois de um certo tempo, as cicatrizes ganham um aspecto de linha esbranquiçada, muito discreta. A permanência na clínica é de 8 a 24 horas. Os cuidados depois da cirurgia incluem um curativo no local durante 24 horas e o uso de um sutiã modelador durante dois meses, que deve ser usado de dia e de noite. O retorno às atividades normais também costuma ser bem rápido.

A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes da paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado, respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cicatriz em Mamoplastia de Aumento

Posted under Cicatrizes por admin on quarta-feira 18 fevereiro 2009

Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à Cirurgia Plástica, permite que a Inclusão de Prótese de Silicone apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

Hoje existem técnicas para a inclusão da prótese através de diferentes partes do corpo, dependendo das necessidades de cada paciente. Uma delas é por meio da via “Periareolar inferior”, ou seja, através das aréolas. O resultado é uma única cicatriz em torno da metade inferior da aréola, acompanhando seu desenho natural. Entretanto, há limitações para a colocação da prótese de acordo com o tamanho dos seios, dos mamilos e da aréola da paciente.

Outro procedimento da mamoplastia de aumento com prótese é através das axilas. Na via “axilar”, a cicatriz é quase invisível, já que se confunde aos sulcos naturais do local, além de ser facilmente escondida. A técnica mais comum e aplicável em todos os casos é a por meio da via “inframamária”, que consiste na inclusão por meio do sulco inferior à mama. A cirurgia é realizada com anestesia local, na maioria das vezes, e dura em média uma hora. O período de internação é de, no máximo, 24 horas.

As cicatrizes decorrentes da cirurgia de mama geralmente são pequenas variando entre dois e quatro centímetros. A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes do paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cicatrizes em Cirurgia Plástica

Posted under Cicatrizes por admin on terça-feira 17 fevereiro 2009

 


Por Marina Sartori Jornalista
Frequentemente se ouve falar que Cirurgias Plásticas não deixam cicatrizes. Mas isso não é verdade, infelizmente. Na cirurgia plástica, como em qualquer outro tipo de operação, é obrigatória a lesão de algum tipo de tecido, pele, músculo e até osso. Entretanto, existem técnicas cirúrgicas das quais o médico pode utilizar para deixar a cicatriz o menos perceptível possível.
Itens controláveis pelo cirurgião plástico e outros relacionados ao organismo e cuidados do paciente agem sobre a qualidade final da cicatriz. O médico preocupa-se com a higiene, a fim de evitar infecções, com técnicas de sutura avançadas e materiais de alta tecnologia. Porém, o aparecimento de quelóides é relacionado ao organismo do paciente e incontrolável pelo médico.
O quelóide é uma cicatriz grossa, que cresce de acordo com a evolução do corte, geralmente em alto relevo e endurecida. Apesar de ser dificilmente diagnosticada precocemente, já existem maneiras de preveni-las e tratá-las.
Toda cicatriz deve ser bem cuidada e higienizada. O processo de evolução de qualquer cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.
Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.


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