Exfoliação e Esfoliação

Postado em Dermatologia Cosmiátrica by Plástica Montenegro

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Qual a diferença?

Por Marina Sartori Jornalista

 

Apesar de serem muito parecidos, existe muita diferença entre a Exfoliação e a Esfoliação. São tratamentos estéticos para a pele que agem de formas diferentes neste que é o maior órgão do corpo humano.

Esfoliar é um cuidado com a pele que remove as impurezas que se acumulam com o dia a dia e que não podem ser eliminadas apenas com a limpeza comum feita com sabonetes ou cremes. A esfoliação deve ser um hábito frequente para que a cútis se renove de maneira saudável em resposta às substâncias poluentes do ar. Após a esfoliação, a epiderme está livre delas para criar a proteção natural ou com a ajuda de cosméticos.

Realizada por esteticista formada em curso de especialização, o tratamento é feito com buchas vegetais e cremes com grânulos (pequenas partículas sólidas de variados ativos naturais ou produzidos artificialmente). O procedimento da esfoliação se inicia com higienização da pele e, em seguida, a aplicação do produto esfoliante com movimentos leves e circulares. Este tratamento pode ser facial ou corporal. O que varia são os produtos utilizados para cada área e a intensidade da massagem.

A Exfoliação tem como princípio algo parecido, mas de maneira mais profunda. Ela também elimina impurezas, mas vai além disso. Chamada de Peeling Químico, a Exfoliação é um procedimento da Dermatologia Cosmiátrica que tem por objetivo provocar reações na pele do rosto como leve descamação e remoção da pele em diferentes níveis, por meio da aplicação tópica de substâncias químicas. Diferente da Esfoliação Física, a Exfoliação deve ser feita por médico Dermatologista, já que se trata de um tratamento que precisa de mais cuidados e conhecimento específico. A Exfoliação aproveita a capacidade do organismo de regenerar a pele e trata algumas alterações como: manchas de sol, envelhecimento da pele, suavização de flacidez e rugas superficiais.

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Mamoplastia e Gravidez

Postado em Mamas by Plástica Montenegro

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Prótese de Mama: Antes ou depois da gestação?

Por Marina Sartori

Jornalista

Uma das maiores dúvidas entre mulheres que desejam realizar a Cirurgia de Inclusão de Prótese de Silicone de Mama (Mamoplastia de Aumento) é a hora certa de realizá-la. Informações erradas, devido à crescente exposição na mídia sobre o assunto, levam as pacientes ao medo e à dúvida, em vez de esclarecer corretamente os fatos. Entre as mais variadas está uma das mais comuns perguntas: “Posso realizar a Mamoplastia antes de engravidar ou devo esperar?”.

Antes de responder diretamente à pergunta, é preciso explicar algumas alterações no corpo da mulher durante a gestação e após o parto.

Durante a gravidez e principalmente após o parto, a mama sofre um grande estiramento devido à produção de leite. A pele, por ser um tecido elástico, acompanha o crescimento dos seios, mas não pode suportar a velocidade desta decorrência, gerando flacidez e o aparecimento de estrias. Entretanto, não é somente em decorrência da produção de leite que os seios aumentam de volume. A gestante engorda, em casos ideais, cerca de um quilo por mês, aumentando o volume de gordura na mama. Portanto, quanto mais a paciente engordar, maiores ficarão seus seios.

A Mamoplastia de Aumento pode ser indicada para pacientes que ainda desejam ter filhos, mas elas devem estar cientes de que podem precisar realizar uma nova Mamoplastia após o parto. Em consequência do aumento da mama e do estiramento da pele, a prótese introduzida na Mamoplastia ficará de tamanho desproporcional, tornando os seios ainda mais caídos. Por esse motivo será necessária uma nova Mamoplastia, corrigindo o excesso de pele ou a introdução de nova prótese, de tamanho maior.

Em relação aos riscos na amamentação, não há com o que se preocupar. Hoje, as técnicas de Mamoplastia de Aumento e a tecnologia das próteses de silicone garantem riscos baixíssimos de complicações tanto para a mãe quanto para o bebê.

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Blefaroplastia e jovialidade

Postado em Rosto e Pescoço by Plástica Montenegro

Por Marina Sartori

Jornalista

A harmonia da face se dá pelas proporções simétricas entre cada elemento que a compõe. Entretanto, apesar do que muitos pensam, o desequilíbrio também faz parte da construção da beleza. Do erro, pode nascer rostos únicos e exóticos admirados por todo o mundo. Mas a natureza, inexata que é, pode gerar assimetrias que ultrapassam o limite do belo. O envelhecimento natural gera alterações no equilíbrio do rosto e podem acabar com a autoestima.

As pálpebras estão localizadas numa das partes mais visíveis do rosto. Qualquer alteração pode mudar o aspecto de toda a face, resultando em semblantes envelhecidos, cansados ou tristes. A cirurgia plástica para sua correção é chamada de Blefaroplastia.

Tal procedimento é indicado para a correção do excesso de pele da região dos olhos, da presença de bolsas na pálpebra superior, de rugas finas na pálpebra inferior, de bolsas e círculos escuros ao redor da pálpebra inferior e da queda de pálpebras.

A Cirurgia de Blefaroplastia é feita com anestesia local e sedação. Retira-se o excesso de pele e as bolsas de gordura por meio de um corte que segue o contorno natural da pálpebra superior e uma pequena incisão abaixo dos cílios na pálpebra inferior. As cicatrizes ficam escondidas sob a prega natural dos olhos e nos cílios. Esta cirurgia é rápida e os resultados causam uma melhora considerável na aparência, conferindo um aspecto mais jovial.

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Plástica em Adolescentes

Postado em Abdome,Cirurgia Plástica by Plástica Montenegro

 

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Por Dr. Wagner Montenegro

CRM 51.769

A cirurgia plástica alcançou um papel importante nestes tempos modernos, em que beleza é confundida com perfeição, e a imagem correta promove não apenas o aumento da autoestima, mas a inserção do indivíduo na sociedade. A popularização desses procedimentos cirúrgicos atraiu um novo público. Uma parcela da população com amplo acesso à informação, grande poder de consumo e capacidade de decisão: os adolescentes.
Numa fase da vida em que as mudanças corporais são uma constante, muitos se sentem à margem dos padrões de beleza vigentes e procuram na cirurgia plástica uma melhora na qualidade vida. E é neste momento que entra a responsabilidade do cirurgião plástico.
Um cirurgião plástico é, antes de tudo, um profissional da saúde com acesso às diversas ferramentas que promovem o bem-estar de seus pacientes. É incorreto acreditar que um adolescente insatisfeito com alguma imperfeição estética esteja apenas supervalorizando esta situação. Não é incomum, nos consultórios, receber adolescentes com problemas reais, infelizes, retraídos e afastados de seus grupos sociais com queixas fundamentadas. Questões físicas provocam grandes traumas nos adolescentes, numa fase da vida em que eles já estão cheios de dúvidas e inseguranças.
Atualmente, no entanto, a mídia criou a falsa impressão de que a cirurgia plástica é a panaceia para todos os males da autoestima e esta é a armadilha que deve ser evitada tanto por profissionais quanto por pacientes. O cirurgião plástico obedece a regras rígidas da ética profissional e tem expertise para optar pelo melhor tratamento a ser aplicado em cada paciente, inclusive no encaminhamento a um tratamento psicológico.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os adolescentes são responsáveis por 13% das plásticas feitas no país. Seria leviano acreditar que este número refere-se apenas a meninos e meninas com problemas infundados de autoimagem. A presença de adolescentes não é um fenômeno recente; o que ocorre é que há alguns anos era normal falar em cirurgia apenas depois do crescimento corpóreo. Com a evolução das técnicas, já é possível operar jovens em fase avançada de crescimento. E o aumento do conhecimento médico em genética colabora para esta prática.
Uma menina com mamas gigantes, que vem de uma família cuja mãe e avó sofrem do mesmo problema, não precisa esperar até os 18 anos para decidir pela redução. A cirurgia é o único recurso para eliminar este problema e o cirurgião plástico tem a palavra final sobre esta decisão. A exigência é que a paciente esteja bem psicologicamente e tenha uma expectativa realista da cirurgia e do processo pós-operatório.

Mesmo correções que aparentemente não passam de caprichos, como orelhas de abano e nariz adunco, podem transformar a vida desses jovens, elevando a autoestima e ajudando a desfazer traumas, principalmente porque o adolescente costuma passar por mudanças de ambiente – trocar de escola, entrar na faculdade – e reconstruir sua imagem.

O tratamento conferido ao paciente com imperfeições reais, geradoras de traumas e impeditivas do desenvolvimento psicossocial, obviamente é diferente do aplicado àquele que tem um problema de insatisfação com a imagem. Para estes, o cirurgião plástico deve recomendar não apenas o amadurecimento da ideia, mas também chamar os pais à corresponsabilidade pela decisão, que pode mascarar problemas psicológicos mais sérios. Meninas com ambição à profissão de modelo podem realmente precisar se livrar de uma gordura localizada que atrapalha sua carreira e, por vezes, um procedimento simples evita que essa fixação evolua para um quadro de anorexia.

Ainda que as cirurgias plásticas vivam um momento de popularização dos procedimentos, com facilidades para o pagamento e técnicas menos invasivas, cabe ao cirurgião plástico, profissional especializado e balizado, decidir se as queixas de seus jovens pacientes são procedentes ou não. Norteado por valores éticos e conhecimento específico, este profissional da saúde vai decidir pela melhor solução do problema, que pode ou não passar pela intervenção cirúrgica.

Dr. Wagner Montenegro
Especialista em Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina
Membro da Sociedade de Cirurgia Plástica
CRM 51.769

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Meu corpo mudou. E agora?

Postado em Cirurgia Plástica by Plástica Montenegro

 

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Por Eliana Antiqueira

Jornalista

Aceitar as mudanças que a natureza provoca no corpo nem sempre é tarefa fácil. Nem todo mundo consegue encarar as transformações de forma pacífica e o problema toma proporções alarmantes.

Ser vaidoso é inerente ao ser humano. Embora a cultura ocidental condene o culto da própria imagem e classifique a vaidade como um dos sete pecados capitais, estar – mais do que ser – atraente é uma condição da qual as pessoas não abrem mão. Perder a beleza, ou o que a sociedade julga belo, provoca uma revolução na cabeça das pessoas. ‘’Quando alguém perde a autoestima fica difícil mostrar que a beleza pode estar em outros detalhes que não os físicos’’, explica o doutor em cirurgia plástica, Wagner Montenegro , que em mais de vinte anos de profissão já usou o bisturi para resgatar o amor próprio de muita gente.

As mulheres, talvez por obedecerem a padrões estéticos mais rígidos , são as mais cobradas em sua vaidade. Estar acima do peso, ter celulites, estrias, flacidez, é visto, muitas vezes, como um sinal de desleixo e não como sinais de mudanças do organismo, os quais todos estão sujeitos.

O Dr. Wagner afirma que as mulheres que passaram por uma ou mais gestações são as que mais se queixam das alterações sofridas pelo físico e, neste processo de autorrejeição, acabam por destruir o casamento. ‘’Uma mulher jovem que tem o corpo alterado pela gravidez dificilmente vai conviver pacificamente com as mudanças. Embora o sentimento maternal seja grande e importante, ela também se vê como mulher e é aí que começa a crise’’, esclarece o cirurgião.
Os problemas mais comuns pós-gestação são a flacidez da mama, as estrias e a chamada barriga de avental – quando a pele do abdômen se esparrama sobre o púbis. Segundo o Dr. Wagner, muitas mulheres chegam ao consultório dele queixando-se que com o corpo naquele estado não conseguem manter relações sexuais com o marido, fogem ao toque e, principalmente, evitam se despir. ‘’Uma de minhas pacientes chegou a confessar que ficou mais de dez anos sem ver o seu corpo nu num espelho’’, narra.

Desde que o mundo é mundo as mulheres ficam grávidas e o corpo muda, certo? Então porque só agora elas resolveram reclamar? ‘’Porque antigamente não havia a possibilidade de mudança’’, diz o Dr. Wagner, que complementa: ‘’A popularização da cirurgia plástica trouxe esta possibilidade e, com ela, também a frustração”.

Não poder fazer uma cirurgia plástica acarreta na mulher a sensação de impotência por não poder voltar ao que era antes. Sou da opinião de que toda mulher deveria ter o direito de fazer uma cirurgia plástica depois da gravidez’’.

Um fato curioso levantado pelo Dr. Wagner é que, na maior parte das vezes, o problema está na cabeça da mulher e que o marido não consegue enxergar o que tanto aflige e afasta a esposa. ‘’Os homens conseguem aceitar melhor as mudanças que a maternidade traz do que as próprias mulheres. Eles entendem que após a gravidez o corpo não vai ser mais como antes’’. Embora adepto da ideia de que a autoestima é o melhor caminho para se livrar dos complexos, o Dr. Wagner Montenegro reconhece que a cirurgia plástica opera maravilhas no ego. ‘’Independente do resultado, só o fato de a mulher ter dado um passo em prol de uma melhoria de seu aspecto físico já é muito significativos e recupera muito do amor próprio dela que, sem medo de enxergar nas palavras, renasce para a vida’’.

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Solteiro e de bem com o corpo

Postado em Cirurgia Plástica by Plástica Montenegro

 

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Homens e mulheres que optaram pela vida de solteiro buscam cirurgia plástica para elevar autoestima. ‘Neo-solteiros’ têm alto poder aquisitivo, elevado nível cultural e chegam aos consultórios convictos do que querem; lipoescultura é preferida entre os homens

 

Por Dr. Wagner Montenegro

CRM 51.769

 

Um novo perfil de pacientes vem buscando os consultórios de cirurgia plástica. São homens e mulheres livres, leves e soltos, ou porque nunca quiseram usar uma aliança na mão esquerda, ou porque se livraram do acessório recentemente e, agora, com a “liberdade” conjugal, buscam também ficar livres de rugas, flacidez e outros problemas estéticos. Eles e elas formam um batalhão de quase 70 milhões de solteiros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a parte que buscam a cirurgia plástica tem em comum, além da solteirice, a faixa etária (acima dos 38 anos), alto poder aquisitivo, boa formação escolar e cultural, e corpos saudáveis e já trabalhados por atividades esportivas e academias.
Solteirice, porém, não é sinônimo de solidão. Fora do cartório e do altar, mas dentro do concorrido “mercado” da paquera, esses neo-solteiros buscam corpos e rostos mais jovens com a mesma certeza que decidiram viver sós. Esse novo nicho de pacientes composto por solteiros convictos ou divorciados que não querem casar de novo, vem aumentando nos últimos dez anos, aumento que se tornou mais acentuado há dois anos.

São homens e mulheres que fazem muita atividade física, sem limitações financeiras e que gastam muito com a própria imagem. A procura é ainda maior por parte dos homens, num reflexo do crescimento da participação do sexo masculino no mundo da cirurgia plástica, que é de 30% hoje. Esses pacientes são ideais porque, na grande maioria dos casos, têm boa alimentação, estão dentro do peso e têm um corpo trabalhado por esportes e atividades físicas. São perfeitos para lipoaspiração e lipoescultura, o procedimento mais procurado pela maioria.
Já as mulheres que integram esse novo grupo em busca de cirurgia plástica costumam ser recém-separadas, já tiveram filhos e se beneficiam da cirurgia também do ponto de vista emocional. Inflam sua autoestima ao corrigir um abdome flácido ou colocar uma prótese de silicone nos seios. Após a cirurgia plástica se sentem mais seguras e mais bonitas para encarar a nova vida de solteira.
O rosto não é o foco principal desses neo-solteiros. As cirurgias mais procuradas são lipoaspiração, lipoescultura, mamas e abdominoplastia. Já os homens elegeram a lipoescultura, pois, no país conhecido pelas formas arredondadas do derrière feminino, eles também querem ter glúteos retocados. Também não descartam uma cirurgia na pálpebra, lipo na papada ou retoques no nariz.
Esses pacientes já chegam ao consultório bem informados e conscientes do que desejam fazer e a que cirurgia querem se submeter. E preferem ser operados no inverno, para chegar ao verão com novas formas, pois viajam muito. O nível de satisfação desses pacientes é sempre muito alto. A cirurgia funciona, inclusive, como uma espécie de terapia. É como se o paciente entrasse em uma nova casa.
Candidatos com o perfil dos neo-solteiros não faltam no Brasil, país recordista em cirurgias plásticas – mais de 700 mil por ano. Eles não enchem apenas os consultórios de cirurgia plástica, mas também fizeram o mercado mudar seus padrões e oferecer produtos e serviços específicos para solteiros e para quem consome individualmente.
Aos solteiros convictos somam-se os divorciados, cujo número cresceu 7,7% de 2005 para 2006 (mais recente censo), segundo o IBGE. Mais de 162 mil pessoas se divorciaram naquele ano e entraram para o mercado dos solteiros, principalmente no Sudeste e Sul do País. Outras 101 mil pessoas se separaram judicialmente.
Mas casadoiras e casadoiros não devem se assustar nem desanimar. O número de casamentos no Brasil também cresceu quase 8% em 2008, de acordo com as mais recentes pesquisas. E mesmos os neo-solteiros podem mudar de ideia. Afinal, ninguém faz plástica para passar o resto da vida sozinho.

Dr. Wagner Montenegro
Especialista em Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
CRM 51.769

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Lipoaspiração de Abdome

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Antes ou depois dos filhos?

Por Marina Sartori Jornalista

 

Ao contrário do que muitas mulheres pensam, a Lipoaspiração de Abdome pode e deve ser realizada antes da gestação. Mais um mito que envolve a Lipoaspiração.

A Lipoaspiração de Abdome é interessante que seja realizada antes de ter filhos, porque, ao diminuir a quantidade de células gordurosas na região, as dimensões da barriga ficam menores. Além de evitar que a futura mamãe tenha excesso de aumento do peso, a pele após tal cirurgia terá um estiramento somente em decorrência do aumento do útero e não do aumento da gordura abaixo da pele.

As chances de ter estrias e flacidez na barriga após o parto são muito menores quando a paciente não possui excesso de gordura no abdome ou simplesmente gordura localizada. A importância da Lipoaspiração de Abdômen desta prática antes da gestação é enorme, já que as estrias são consequências permanentes e não existem técnicas cirúrgicas ou dermatológicas capazes de eliminá-las por completo.

A Lipoaspiração de Abdome é realizada com anestesia raqui/peridural ou geral e, dependendo da dimensão da cirurgia, dura de uma a quatro horas.

As cicatrizes deixadas são pequenas (aproximadamente 5mm) e geralmente em regiões escondidas, já que as cânulas utilizadas são finas e alcançam distâncias grandes embaixo da pele. A utilização de protetores para a pele durante a cirurgia proporcionam cicatrizes de alta qualidade, quase imperceptíveis.

Ao término da cirurgia, o resultado do novo perfil do corpo já pode ser observado. Após algumas horas se inicia o processo de inchaço que esconde o resultado. Durante as três primeiras semanas grande parte deste inchaço desaparece, podendo-se visualizar aproximadamente 60% do resultado. Com mais 30 dias, 20% do resultado aparece e o restante vem entre o quarto e o quinto mês do pós-operatório.

O uso da cinta durante um mês é obrigatório após a Lipoaspiração de Abdome para reduzir a incidência de irregularidades e fibroses.

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Tratamentos farmacológicos

Postado em Endocrinologia by Plástica Montenegro

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Por Dr. Antonio Carlos Nascimento

CRM 75.426

 

Às vezes me esforço para entender o que impulsiona pessoas bem intencionadas, com força de condução na opinião pública, a tomarem posicionamento tão contrário ao tratamento da obesidade com medicamentos. Na minha opinião, tal posicionamento coloca o obeso na posição de usuário de drogas, e o médico, assistente na posição de traficante ou aliciador.

É aceito que o obeso tome medicações pelo resto da vida para o diabetes, mas questiona-se o tratamento da principal causa de várias doenças que é a obesidade.

A revascularização miocárdica e toda terapia medicamentosa após tal procedimento é vista como salvadora, mas questiona-se o tratamento de um dos principais contribuintes para a doença coronariana, que é a obesidade. Os cânceres, doenças articulares e doenças respiratórias são mais frequentes em obesos. Tudo pode ser tratado com medicações, menos a obesidade.

Será que esse tipo de tratamento traz transtornos suficientes para que não seja adotado?

Em todos os contratempos, o tratamento preferencialmente deveria evitar medicações. Porém, seu uso prolonga a vida destes pacientes para os quais terapias mais simples não resolvam.

Por que não tratar o obeso? Se a medicação passa a causar algum dano (para qualquer que seja a doença), coerentemente a suspendemos. Tomemos como base o grande número de impotência transitória patrocinada por anti-hipertensivos, que, quando retirada a medicação, o drama está resolvido. Da mesma forma, o desfecho de um sangramento gástrico causado pelo uso de AAS Infantil na prevenção de Infarto de Miocárdio nem sempre é alta hospitalar com antiácidos.

Nenhuma dessas situações deve fazer com que os tratamentos com os fármacos citados sejam execrados do rol terapêutico. Devemos nos fazer mais atentos e rigorosos. Se o caminho da orientação dietética e de exercícios é ineficaz, por que não tratar farmacologicamente a obesidade se é permitido tratar a qualquer preço todas as consequências?

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Tireóide: “A Terrorista”

Postado em Endocrinologia by Plástica Montenegro

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Por Dr. Antonio Carlos Nascimento

CRM 75.426

 

Se a medicina providenciasse uma mudança da nomenclatura dos órgãos humanos e coubesse a mim, dar outro nome a tireóide, não hesitaria em denominá-la de terrorista. Isso mesmo: terrorista! Aliás, desde minhas primeiras investigações acadêmicas sobre a tireóide já a chamava por este apelido. Não se assustem, mas devo confessar que o exagero é só aparente, pois ao percorrerem com as vistas o que está escrito nas linhas seguintes deste artigo, perceberão que sou até moderado ao adjetivá-la.

Mas, como a tireóide ainda não sofreu alteração nominal, ao menos formalmente, vamos respeitar o seu nome, o que, entretanto, não nos impede de conhecermos melhor sua reputação.

Localizada no pescoço, a tireóide é um órgão de 12 a 20 gramas. Seu nome deriva do grego: thyreos (escudo) e eidos (forma). De maneira mais simples, com relação à sua forma, podemos compará-la a uma borboleta. Sob a sua custódia está a velocidade do metabolismo basal, que para encontrar-se em um padrão ótimo, necessita de quantidades normais dos hormônios advindos de lá.

Descobertas

No final da década de 1960, em alguns centros médicos do mundo, iniciavam-se a partir de dosagens sanguíneas dos hormônios da tireóide os primeiros diagnósticos de disfunção tireoidiana (anormalidade do funcionamento da terrorista).

Daí pode-se ter uma ideia do limite que nós, médicos, tínhamos a respeito do diagnóstico de doenças relacionadas à disfunção tireoidiana. Haja vista que um alto percentual de desequilibrados mentais, internados como loucos em manicômios, tinham na verdade disfunção da tireóide não diagnosticada e, depois de reposto o hormônio, ou resolvido seu excesso, era o fim da loucura.

A apresentação global da metodologia diagnóstica para disfunção da tireóide foi na década de 1970. Déficit de raciocínio, distúrbio de comportamento, indisposição severa, sonolência ou insônia, ganho ou perda importante de peso, distúrbios menstruais sem causa ginecológica aparente, ou qualquer outro sinal ou sintoma que sugerisse fortemente alguma disfunção tireoidiana, era seguida de solicitação dos exames recém criados para detecção destas alterações. Com suspeitas simples não havia a pesquisa, já que os exames eram muito caros e não disponíveis a todos. Somente forte suspeita justificava a procura. Porém, na década seguinte, solidificou-se a ideia de que se esperássemos o aparecimento de grande suspeição da doença, além de deixarmos de dar uma montanha de diagnósticos, muito de ruim poderia acontecer com o paciente.

Que fique anotado que a disfunção tireoidiana pode ser um aumento na produção de hormônios, o que caracteriza o hipertireoidismo, ou uma diminuição, o que provoca o hipotireoidismo.

Apesar de menos frequente, o hipertireoidismo costuma ser clinicamente mais rico em sintomatologia. Palpitações, sudorese, insônia, emagrecimento, etc. Porém, em pessoas de idade pode se expressar apenas como apatia, muitas vezes sendo equivocadamente diagnosticado apenas como depressão ou prenúncio de doença de Alzheimer.

 

Em crianças

Quando se tratam de crianças que nascem com hipotireoidismo, a situação é muito mais séria. Se o tratamento não for iniciado em até seis semanas de vida, a deficiência mental é a regra. Daí a importância do teste do pezinho, pois é por meio deste procedimento simples que se diagnostica prematuramente o hipotireoidismo.

Não foi por outra razão que as nossas autoridades políticas se mobilizaram a fim de tornar obrigatório e gratuito por lei a realização do teste do pezinho. No ano de 1984, o Estado de São Paulo foi o primeiro a tomar esta atitude, e a partir de 1990, com o advento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a obrigatoriedade e gratuidade do teste do pezinho ganhou âmbito nacional. Contudo, ainda assim, no início deste novo século, metade dos nascidos vivos no Brasil não fazia o teste, o que gerava em torno de 1000 crianças com déficit mental/ano. Foi quando o Ministério da Saúde do Brasil, acertadamente, mudou a logística de cobertura para o teste, inclusive, estendendo o número de doenças pesquisadas.

Outros efeitos


As doenças da tireóide não se limitam a déficits funcionais. Seus nódulos são motivos frequentes de investigação médica em razão da possibilidade de malignidade destes, e ainda que mais de 90% destes não sejam malignos a pesquisa deve ir à exaustão.

Tanto disfunções quanto alterações anatômicas, na maioria das vezes, permitem o controle ou cura, sendo que boa parte das complicações podem ser evitadas, ou seja, no mesmo tempo que se pergunta ao médico como estão as coisas com o colesterol, glicemia, ácido úrico, PSA, pressão arterial, andropausa ou menopausa etc., deve-se perguntar também qual a situação da tireóide. É melhor respeitá-la.

Lembre-se que simples nodulação na região anterior do pescoço não perceptível à palpação pode ser câncer e alterações simples dos níveis hormonais tireoidianos podem levar a depressão, irregularidade menstrual, ganho de peso, queda de cabelos, infertilidade, frigidez sexual e impotência.

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Teste do pézinho

Postado em Endocrinologia by Plástica Montenegro

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Por Dr. Antonio Carlos Nascimento

CRM 75.426

 

O hipotireoidismo congênito (H.C.) é a falta de hormônio tireoidiano ao nascimento, seja total ou relativa. Celso, no século XVI fez a primeira descrição em literatura da doença. Se não tratado até três semanas de vida, o H.C. leva a retardo mental irreversível. O diagnóstico precoce é, portanto, a linha que separa uma vida normal de outra com alto custo emocional assumido pelos familiares e, por que não dizer, alto custo social.

É o teste de papel de filtro (teste do pezinho) que indica o H.C. Diagnostica ainda a fenilcetonúria, doença que se não tratada precocemente também leva ao retardo mental irreversível. Esse teste deve ser feito após as primeiras 48 horas de vida, obtendo-se o resultado o mais breve possível.

Para pesquisar uma das causas do H.C, analisei inicialmente a doença de uma forma global. Busquei entender toda malha técnica utilizada em nossos serviços de saúde pública ou privada no diagnóstico da doença. Avaliei pacientes oriundos de várias localidades de São Paulo e outros estados. Foi nesta abordagem inicial que concluí tristemente que boa parte destes pacientes já possuía danos mentais irreversíveis, mostrando que o sistema de detecção neonatal da doença não existe em boa parte destas localidades.

Em 1893, o estado de São Paulo criou a lei n°3.914, e em 1990 a União com a lei n°8.069, que tornaram obrigatória a feitura de tiragem neonatal para H.C. A portaria nº822 de junho de 2001 traz novas normas de tiragem neonatal de doenças congênitas. A despeito das leis, o quadro vigente quanto à incidência de H.C. é no mínimo entristecedor.

Em minha experiência clínica nas buscas de casos de H.C. em dois municípios da Grande São Paulo, onde já existe uma rede empenhada no diagnóstico e tratamento precoce da doença, não foi rara a ocorrência de diagnósticos tardios. Principalmente por conta da desobediência dos pais em relação à orientação de procurarem os postos de saúde após a alta para realizarem o teste no bebê. A total desinformação por parte dos pais quanto à gravidade da doença é fator majoritário que leva a esta desobediência. O atraso na entrega dos resultados é possível, porém a busca ativa no caso de detecção da doença é hoje a regra nos municípios desta região.

Com matemática simples, é fácil entender a gravidade do problema. Se a incidência de H.C. é de um para 3.500 nascidos vivos, nascendo aproximadamente três milhões de crianças ao ano, e com acesso à triagem neonatal sendo permitida aproximadamente a 1,8 milhões, os 1,2 milhões restantes fornecerão perto de 350 crianças com retardo mental irreversível. Número este que é repetido a cada ano, aceitando ainda que todos os 1,8 milhões que possuem o acesso ao teste sejam triados sem falhas nos serviços de detecção.

A conclusão óbvia deste texto, é que, apesar da sociedade médica estar se mobilizando e valorosos serviços, e entidades funcionem muito bem em algumas localidades, a solução do problema só ocorrerá com uma campanha direcionada para a população.

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