Abdominoplastia no combate a estrias

Postado em Abdome por Plástica Montenegro

Por Claudia Ideguchi

Jornalista

 

Pesadelo das mulheres, as estrias se formam quando a pele é excessivamente distendida, ultrapassando a capacidade do organismo de elasticidade. A consequência desse estiramento é a cicatrização do rompimento. Apesar de haver tratamentos para a suavização de cicatrizes, elas não podem ser completamente eliminadas. No entanto, há uma solução para quem possui estrias na parte inferior do abdome e também a pele flácida nessa região: Abdominoplastia.

Indicada normalmente para ex-gestantes, a abdominoplastia (cirurgia plástica do abdome) consiste na retirada de pele e gordura em excesso da barriga, que durante a gravidez sofreu grande distensão. Diferente da lipo, que somente retira a gordura, a abdominoplastia remodela os contornos da barriga e diminui a flacidez, deixando uma aparência mais jovem e de acordo com os padrões de beleza atléticos, porque, além de tudo, corrige o afastamento da musculatura.

A região onde mais aparecem estrias é abaixo do umbigo e, por esse motivo, são as únicas que podem ser completamente eliminadas por meio de cirurgia plástica, pois na abdominoplastia há a retirada de boa parte da pele exatamente desse local, o que faz com que as estrias acabem indo embora com ela. No entanto, as estrias da parte superior do abdome não serão retiradas. A solução para elas é a dermatologia, que possui alguns tratamentos que tornam as estrias muito menos perceptíveis, além de ajudar a pele nas suas funções, evitando que novas estrias se desenvolvam.

Entre as origens mais comuns do aparecimento de estrias estão: fatores genéticos, tempestade hormonal, gravidez, ressecamento da pele, efeito sanfona, entre outras. A melhor alternativa é prevenir-se mantendo hábitos como boa alimentação e frequente hidratação que ajudam no funcionamento da pele e prolongam sua juventude. Cuidar-se é o melhor remédio.

Plástica em Adolescentes

Postado em Abdome, Cirurgia Plástica por Plástica Montenegro

 

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Por Dr. Wagner Montenegro

CRM 51.769

A cirurgia plástica alcançou um papel importante nestes tempos modernos, em que beleza é confundida com perfeição, e a imagem correta promove não apenas o aumento da autoestima, mas a inserção do indivíduo na sociedade. A popularização desses procedimentos cirúrgicos atraiu um novo público. Uma parcela da população com amplo acesso à informação, grande poder de consumo e capacidade de decisão: os adolescentes.
Numa fase da vida em que as mudanças corporais são uma constante, muitos se sentem à margem dos padrões de beleza vigentes e procuram na cirurgia plástica uma melhora na qualidade vida. E é neste momento que entra a responsabilidade do cirurgião plástico.
Um cirurgião plástico é, antes de tudo, um profissional da saúde com acesso às diversas ferramentas que promovem o bem-estar de seus pacientes. É incorreto acreditar que um adolescente insatisfeito com alguma imperfeição estética esteja apenas supervalorizando esta situação. Não é incomum, nos consultórios, receber adolescentes com problemas reais, infelizes, retraídos e afastados de seus grupos sociais com queixas fundamentadas. Questões físicas provocam grandes traumas nos adolescentes, numa fase da vida em que eles já estão cheios de dúvidas e inseguranças.
Atualmente, no entanto, a mídia criou a falsa impressão de que a cirurgia plástica é a panaceia para todos os males da autoestima e esta é a armadilha que deve ser evitada tanto por profissionais quanto por pacientes. O cirurgião plástico obedece a regras rígidas da ética profissional e tem expertise para optar pelo melhor tratamento a ser aplicado em cada paciente, inclusive no encaminhamento a um tratamento psicológico.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os adolescentes são responsáveis por 13% das plásticas feitas no país. Seria leviano acreditar que este número refere-se apenas a meninos e meninas com problemas infundados de autoimagem. A presença de adolescentes não é um fenômeno recente; o que ocorre é que há alguns anos era normal falar em cirurgia apenas depois do crescimento corpóreo. Com a evolução das técnicas, já é possível operar jovens em fase avançada de crescimento. E o aumento do conhecimento médico em genética colabora para esta prática.
Uma menina com mamas gigantes, que vem de uma família cuja mãe e avó sofrem do mesmo problema, não precisa esperar até os 18 anos para decidir pela redução. A cirurgia é o único recurso para eliminar este problema e o cirurgião plástico tem a palavra final sobre esta decisão. A exigência é que a paciente esteja bem psicologicamente e tenha uma expectativa realista da cirurgia e do processo pós-operatório.

Mesmo correções que aparentemente não passam de caprichos, como orelhas de abano e nariz adunco, podem transformar a vida desses jovens, elevando a autoestima e ajudando a desfazer traumas, principalmente porque o adolescente costuma passar por mudanças de ambiente – trocar de escola, entrar na faculdade – e reconstruir sua imagem.

O tratamento conferido ao paciente com imperfeições reais, geradoras de traumas e impeditivas do desenvolvimento psicossocial, obviamente é diferente do aplicado àquele que tem um problema de insatisfação com a imagem. Para estes, o cirurgião plástico deve recomendar não apenas o amadurecimento da ideia, mas também chamar os pais à corresponsabilidade pela decisão, que pode mascarar problemas psicológicos mais sérios. Meninas com ambição à profissão de modelo podem realmente precisar se livrar de uma gordura localizada que atrapalha sua carreira e, por vezes, um procedimento simples evita que essa fixação evolua para um quadro de anorexia.

Ainda que as cirurgias plásticas vivam um momento de popularização dos procedimentos, com facilidades para o pagamento e técnicas menos invasivas, cabe ao cirurgião plástico, profissional especializado e balizado, decidir se as queixas de seus jovens pacientes são procedentes ou não. Norteado por valores éticos e conhecimento específico, este profissional da saúde vai decidir pela melhor solução do problema, que pode ou não passar pela intervenção cirúrgica.

Dr. Wagner Montenegro
Especialista em Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina
Membro da Sociedade de Cirurgia Plástica
CRM 51.769

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Lipoaspiração de Abdome

Postado em Abdome por Plástica Montenegro

 

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Antes ou depois dos filhos?

Por Marina Sartori Jornalista

 

Ao contrário do que muitas mulheres pensam, a Lipoaspiração de Abdome pode e deve ser realizada antes da gestação. Mais um mito que envolve a Lipoaspiração.

A Lipoaspiração de Abdome é interessante que seja realizada antes de ter filhos, porque, ao diminuir a quantidade de células gordurosas na região, as dimensões da barriga ficam menores. Além de evitar que a futura mamãe tenha excesso de aumento do peso, a pele após tal cirurgia terá um estiramento somente em decorrência do aumento do útero e não do aumento da gordura abaixo da pele.

As chances de ter estrias e flacidez na barriga após o parto são muito menores quando a paciente não possui excesso de gordura no abdome ou simplesmente gordura localizada. A importância da Lipoaspiração de Abdômen desta prática antes da gestação é enorme, já que as estrias são consequências permanentes e não existem técnicas cirúrgicas ou dermatológicas capazes de eliminá-las por completo.

A Lipoaspiração de Abdome é realizada com anestesia raqui/peridural ou geral e, dependendo da dimensão da cirurgia, dura de uma a quatro horas.

As cicatrizes deixadas são pequenas (aproximadamente 5mm) e geralmente em regiões escondidas, já que as cânulas utilizadas são finas e alcançam distâncias grandes embaixo da pele. A utilização de protetores para a pele durante a cirurgia proporcionam cicatrizes de alta qualidade, quase imperceptíveis.

Ao término da cirurgia, o resultado do novo perfil do corpo já pode ser observado. Após algumas horas se inicia o processo de inchaço que esconde o resultado. Durante as três primeiras semanas grande parte deste inchaço desaparece, podendo-se visualizar aproximadamente 60% do resultado. Com mais 30 dias, 20% do resultado aparece e o restante vem entre o quarto e o quinto mês do pós-operatório.

O uso da cinta durante um mês é obrigatório após a Lipoaspiração de Abdome para reduzir a incidência de irregularidades e fibroses.

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Abdominoplastia

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Por Marina Sartori Jornalista

 

Ao contrário do que muitos pensam, a cirurgia plástica na barriga, ou Abdominoplastia, não é o mesmo que somente a lipoaspiração da barriga. Seu nome formal é Dermolipectomia do Abdome, que significa a retirada do excesso de pele e gordura da região abdominal. Diferente da Lipo, que somente retira a gordura, a cirurgia plástica na barriga remodela os contornos da barriga e diminui a flacidez, deixando uma aparência jovem e de acordo com os padrões de beleza atléticos, porque, além de tudo, corrige o afastamento da musculatura.

A cirurgia plástica na barriga é indicada para pacientes que desejam eliminar aquela “barriguinha” indesejável, porque muitas vezes somente a lipoaspiração não resolve o problema. Há casos que somente a cirurgia plástica dá o resultado da aparência reta e “lisinha”. São os pacientes que possuem, além da gordura acumulada, a pele da barriga muito flácida. Geralmente são mulheres que já tiveram filhos e perderam a elasticidade natural da pele, ou homens e mulheres que fizeram regimes severos e o rápido emagrecimento gerou essa sobra.

A cirurgia plástica na barriga dura em média duas horas e pode ser realizada com anestesia raqui/peridural ou geral. Na maioria dos casos ocorre com a primeira. Não é preciso mais do que um dia de internação da clínica. O pós-operatório da cirurgia plástica na barriga só pede cuidados com os curativos e o uso da cinta. Mas tratamentos estéticos são recomendados alguns dias depois, para ajudar na recuperação da pele e na evolução da cicatriz, que fica na parte baixa da barriga, indo de um lado a outro, horizontalmente. O tamanho do corte costuma assustar alguns pacientes, mas ele depende da quantidade de pele e gordura a serem eliminadas e, em todos os casos, a cicatriz pode ser facilmente escondida por roupas de banho ou íntimas. Não há inconveniente do pós-operatório da cirurgia plástica na barriga que não compense os benefícios que podem ser alcançados.

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Cirurgia Plástica de Abdome

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Lipoaspiração x Abdominoplastia

Por Marina Sartori

Jornalista

A crescente procura de pacientes pela cirurgia plástica no abdome demonstra o quanto as pessoas que se submetem a procedimentos cirúrgicos estéticos realizam-se com seus resultados. Entretanto, devido a essa demanda, informações erradas e de todos os gêneros estão sendo disseminadas em veículos de comunicação de massa e na Internet. Portanto, um número enorme de pacientes chegam ao consultório com a ideia de que cirurgia plástica abdominal é uma coisa só, ou que Lipoaspiração e Abdominoplastia consistem na mesma técnica. Na verdade, são procedimentos completamente particulares e indicados a pacientes que desejam corrigir alterações diferentes.

O nome Lipoaspiração traduz exatamente o que é realizado no procedimento: a aspiração da gordura em excesso, já que “lipo” significa gordura. Não há retirada de pele. Por meio de um corte de aproximadamente quatro milímetros é introduzida uma cânula, que chega até a camada adiposa. Por se tratar da simples retirada de gordura em excesso, não é indicada para pacientes com abdome de dimensões muito grandes, pois não corrige a flacidez. Por esse motivo, a Lipo é indicada a pacientes de baixo peso, com a chamada gordura localizada.

Já a Abdominoplastia, é uma intervenção cirúrgica que promove a correção do afastamento muscular (músculos retoabdominais), retira o excesso de pele (flacidez) e o de gordura. Seu nome formal é Dermolipectomia (dermo = pele; lipo = gordura). A lipoaspiração, portanto, faz parte dessa cirurgia plástica. Essa plástica abdominal é indicada nos casos em que, além da gordura acumulada, a pele da barriga já está flácida. Geralmente são mulheres que já tiveram filhos e perderam a elasticidade natural da pele, ou ainda pessoas que fizeram regimes severos e sofrem com flacidez nesta região.

A sutura feita na Abdominoplastia é logo acima da implantação dos pelos pubianos. Ela resulta em uma cicatriz fina e horizontal que se prolonga lateralmente dependendo do volume do abdome que se corrigiu. O local é escolhido previamente de modo que a cicatriz possa ser escondida sob roupas de banho.

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Lipoabdominoplastia

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A Lipoabdominoplastia consiste na combinação de dois procedimentos cirúrgicos no abdome: a Lipoaspiração e a Abdominoplastia.

Indicada para pacientes com excesso de gordura e alto grau de flacidez da pele, este tipo de cirurgia consiste na aspiração da gordura em excesso, a correção da flacidez da pele e dos músculos.

Para resolver esses problemas, a Lipoabdominoplastia é um procedimento que ocorre em três passos. Primeiramente é realizada uma lipoaspiração comum, na qual se utiliza uma cânula para a sucção da gordura extra-abdominal, com anestesia peridural ou geral dependendo do caso. O segundo passo é a correção do afastamento muscular, na qual se realiza a sutura desses músculos, de modo que fiquem mais próximos, diminuindo as dimensões do abdome. A cirurgia termina com a retirada de pele flácida, correção do contorno do abdome e, se necessário, a reconstrução do umbigo.

O resultado da Lipoabdominoplastia é uma barriga magra e sem gordura. A cicatriz deixada pela cirurgia pode ser facilmente escondida abaixo do biquíni ou sunga e se assemelha com a da cesárea.

Os cuidados pós-operatórios são simples: uso da cinta pelo tempo determinado pelo cirurgião; uso de medicamentos antiinflamatórios e antibióticos; e repouso nos primeiros dias e higiene constante na sutura.

Em um primeiro momento a recuperação parece trabalhosa, mas o resultado com certeza compensa.

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Lipo sem medo

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Por Marina Sartori

Jornalista

 

Criada há aproximadamente 40 anos, a Lipoaspiração (mais popularmente conhecida apenas como “Lipo”), tinha como maior objetivo a solução para uma das maiores mazelas que atingem a sociedade moderna: o excesso de peso. Entretanto, novas técnicas e equipamentos sofisticados permitem, hoje, que a Lipo tenha novos campos de atuação. Um deles é a modelagem do corpo. O tão desejado “corpo-violão” pode ser obtido com a Lipoescultura, graças às inovações citadas anteriormente.

As primeiras cânulas utilizadas nas cirurgias de lipo, ideais para aspirar grandes quantidades de gordura, eram extremamente grossas e de material rígido e retilíneo. Material que não permite a intervenção em certos locais, além de não dar condições ao cirurgião para melhor modelar o corpo.

Atualmente, as cânulas possuem cerca de 4mm de espessura e são produzidas com materiais maleáveis e de formatos diferentes, sendo possível a lipo das costas e até da face.

Além dos novos equipamentos, a lipo conta com técnicas que, com aplicação de medicamentos que garantem a contração dos vasos sanguíneos, que facilita a retirada de gordura e evita hemorragias.

Frequentemente a mídia explora casos isolados entre milhares de cirurgias com ótimos resultados e pacientes perfeitamente saudáveis, deixando as pessoas desinformadas e com medo. Boa informação e uma conversa com o seu cirurgião podem deixar qualquer interessado muito mais tranquilo.

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“Mini-Lipo”, “Hidrolipo”, “Lipo-Light” e “Micro-Lipo”

Postado em Abdome por Plástica Montenegro

Por Marina Sartori

Jornalista

A lipoaspiração é a cirurgia plástica mais realizada no Brasil. Só divide o posto de primeiro lugar com a Mamoplastia de Aumento (inclusão de prótese de silicone de mama). Se a cirurgia for realizada por cirurgião especializado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e em condições ideais de higiene e local adequado, os casos de complicações serão baixíssimos.

A cirurgia é a que tem maior índice de aprovação por parte dos pacientes e, por ser muito praticada e estudada, evolui a todo tempo. Hoje existem equipamentos apropriados que possibilitam a realização da Lipo em praticamente qualquer parte do corpo em que haja gordura. Cânulas descartáveis, mais higiênicas, diminuem o risco de infecções, as de menor tamanho possibilitam a aspiração de gordura na região íntima ou na face, por exemplo. Enfim, a tecnologia é amiga da medicina e só dá, cada vez mais, garantias de sucesso para as cirurgias plásticas. No entanto, frequentes golpes de marketing, utilizam-se dessas inovações para diferenciar a lipoaspiração tradicionalmente conhecida das realizadas com anestesia local e, portanto, de menor tamanho. As chamadas “mini-lipo”, “lipo-light”, “hidrolipo”, “micro-lipo”, etc, nada mais são do que Lipoaspirações de dimensões menores, que utilizam cânulas de menor tamanho. Não há segredo. A técnica é exatamente a mesma.

Um dos fatores apontados por esses “marketeiros” como vantagem para a realização de lipoaspirações menores é a fragmentação da Lipoescultura em várias cirurgias de menor porte. Não há vantagem alguma ao optar por esse procedimento. Muito pelo contrário. O risco de haver irregularidades entre as áreas lipoaspiradas em atos cirúrgicos diferentes é muito maior do que quando são todas feitas de uma só vez.

Além disso, o paciente, nesses casos, precisa passar por vários períodos pós-operatórios, geralmente desconfortáveis em que é necessária a utilização de cinta, a ingestão de medicamentos, cuidados com higiene, etc. Porém, se tivesse optado pela Lipo completa, ele passaria por somente um pós-operatório, com exatamente os mesmos riscos e chances muito maiores de sucesso.



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