Cirurgia plástica e cigarro: combinação arriscada

Postado em Cicatrizes by Plástica Montenegro

Por Claudia Ideguchi

Jornalista

 

Os malefícios do cigarro são mais do que conhecidos de todos. Com mais de 4.000 substâncias químicas que causam dano a saúde, o cigarro também é inimigo da boa cicatrização e pode tornar a recuperação de cirurgias plásticas um pouco mais difícil.

Os fumantes possuem um sangue mais “grosso”, resultado das toxinas nocivas do cigarro, comprometendo a circulação. Os vasos sanguíneos ficam mais finos sofrendo vasoconstrição e deixando a circulação ainda mais difícil e complicada e dessa forma dificultam a chegada de nutrientes e proteínas, além do oxigênio, importantes para as áreas que precisam se cicatrizar. Essa má circulação pode causar também a morte de algumas células, o que pode gerar necrose do tecido e facilitar o aparecimento de quelóides nas cicatrizes. A fumaça inalada pelo fumante passivo também é nociva para a cicatrização, pois ela prejudica as células formadoras de colágeno que são fundamentais para o processo cicatrizatório. 

O pós-operatório dos pacientes que fumam também é mais complicado que de pacientes não fumantes. Existe maior possibilidade de infecções e a tendência dos fumantes a tossir mais causa dor e acaba forçando o corte, dificultando a cicatrização e fazendo com que a chance de seus pontos abrirem seja maior.

Se você é fumante e deseja realizar algum procedimento plástico, a recomendação é interromper o cigarro por um mês antes da cirurgia para as células se repararem e tornarem-se mais saudáveis para a recuperação. No entanto, se você vai realizar uma mudança estética para melhorar a auto-estima e bem estar, por que não promover uma transformação de hábitos deixando o cigarro e tornando também seu corpo mais saudável? Afinal de contas, estética e saúde caminham lado a lado na construção da satisfação pessoal. 

 

Alimentação balanceada

Postado em Cicatrizes,Endocrinologia by Plástica Montenegro

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Não existe dieta milagrosa

 

Por Dr. Antonio Carlos Nascimento

CRM 75.426

 

Assim como a moda que transforma tendências entre uma e outra estação, as dietas estão indo para o mesmo rumo. As “dietas fashion” nada mais são que criações de agrupamentos inusitados de alimentos que ganham fama principalmente quando uma pessoa pública declara sucesso no emagrecimento com sua utilização.

A verdade é, e sempre será, o que cada um acredita. Não serei eu a martelar impiedosamente alguns modelos alimentares. Justamente eu que entendo que ninguém é rei por obra do acaso. Para não estender e correr o risco de ferir a assertiva anterior, comentarei uma dieta não balanceada que sem dúvida é a mais conhecida e consagrada pelo mundo afora. A chamada ‘Dieta sem Carboidratos’, conhecida também por ‘Dieta do Doutor Atkins’. Este tipo de alimentação propõe o consumo exclusivo de proteínas e gorduras, excluindo os carboidratos em qualquer uma de suas versões.

O velho Atkins não era desprovido de argumentos como alguns escancaram, mas não tomava o cuidado de criar protocolos para o uso comedido, do que talvez até seja um recurso temporário no emagrecimento, em pacientes selecionados. Ainda que eu entenda que a sustentabilidade de uma dieta desse perfil não seja tarefa fácil, o emagrecimento é obtido a partir da dificuldade criada pelas proteínas e gorduras na sua utilização pelo corpo humano.

Os carboidratos são rapidamente absorvidos após a ingestão alimentar; o açúcar livre, por exemplo, é absorvido de imediato. O amido encontrado nos pães e macarrão é absorvido quase na mesma velocidade, enquanto que carboidratos de absorção mais complexa como os das verduras e legumes cozidos podem levar algumas dezenas de minutos até a sua total absorção. Ou seja, uma dieta rica em açúcares é rapidamente absorvida e este açúcar instantaneamente é utilizado ou armazenado na forma de gordura em nossos depósitos, o que faz com que rapidamente surja o sinal da fome. Porém, se os carboidratos são compostos somente por carbonos e hidrogênio, as proteínas e gorduras também possuem estes dois elementos químicos, só que associados a outros elementos.

Portanto, se o organismo for capaz de fabricar carboidrato e souber retirar a matéria prima de proteínas e gorduras, não faltará carboidrato. Todos nós somos capazes disto, porém, isto demanda tempo e gasto calórico. E é justamente este conjunto de situações que é buscado na utilização de tal dieta. Pois, enquanto o organismo se esforça em fabricar carboidrato, ele se apropria primeiramente de suas reservas para obter a energia, sendo aí consumidos os depósitos de gordura. A questão é: se agradar a alguns a visão de bacon, ovos, carnes e linguiças, a estes mesmos surge a ideia de farofa, pães e arroz. E, neste caso, “é largar ou largar”. Aliado aos riscos de desequilíbrios agudos de colesterol, triglicerídeos e acido úrico, o próprio indivíduo passa a dar mostras de insustentabilidade com relação ao modelo alimentar.

Variações menos dramáticas desta dieta foram feitas e expressas sob vários nomes, como a dieta de South Beach. Outras dietas com menor suporte explicativo às vezes beiram ao mítico. Uma delas é a do tipo sanguíneo, que até o presente momento não apresenta sequer um ensaio clínico retirando-a do campo do imaginário. Algumas relacionam dietas a horóscopos e afins.

Concluindo, nenhuma dieta deve suprimir grupos alimentares, sob pena de danos orgânicos e psicológicos. Comamos de tudo, com moderação.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.<–>

Cicatriz em Mamoplastia Redutora

Postado em Cicatrizes by Plástica Montenegro

 

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Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à cirurgia plástica, permite que a Mamoplastia Redutora apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

A cirurgia é simples e dura em média duas horas. Entre as técnicas mais usadas para reduzir o volume dos seios está a chamada cirurgia do “T invertido”. Criada pelo cirurgião Ivo Pitanguy, essa técnica envolve um corte em volta da aréola, um corte no sulco mamário e um terceiro que liga os outros dois.

O resultado é uma cicatriz no formato de um “T” invertido. Outras duas técnicas de redução dos seios são as que deixam cicatrizes nos formatos de “L” e “I”. Em todos os casos, o cirurgião tomará o máximo de cuidado para evitar qualquer cicatriz inútil. Depois de um certo tempo, as cicatrizes ganham um aspecto de linha esbranquiçada, muito discreta. A permanência na clínica é de 8 a 24 horas. Os cuidados depois da cirurgia incluem um curativo no local durante 24 horas e o uso de um sutiã modelador durante dois meses, que deve ser usado de dia e de noite. O retorno às atividades normais também costuma ser bem rápido.

A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes da paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado, respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cicatriz em Mamoplastia de Aumento

Postado em Cicatrizes by Plástica Montenegro

Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à Cirurgia Plástica, permite que a Inclusão de Prótese de Silicone apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

Hoje existem técnicas para a inclusão da prótese através de diferentes partes do corpo, dependendo das necessidades de cada paciente. Uma delas é por meio da via “Periareolar inferior”, ou seja, através das aréolas. O resultado é uma única cicatriz em torno da metade inferior da aréola, acompanhando seu desenho natural. Entretanto, há limitações para a colocação da prótese de acordo com o tamanho dos seios, dos mamilos e da aréola da paciente.

Outro procedimento da mamoplastia de aumento com prótese é através das axilas. Na via “axilar”, a cicatriz é quase invisível, já que se confunde aos sulcos naturais do local, além de ser facilmente escondida. A técnica mais comum e aplicável em todos os casos é a por meio da via “inframamária”, que consiste na inclusão por meio do sulco inferior à mama. A cirurgia é realizada com anestesia local, na maioria das vezes, e dura em média uma hora. O período de internação é de, no máximo, 24 horas.

As cicatrizes decorrentes da cirurgia de mama geralmente são pequenas variando entre dois e quatro centímetros. A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes do paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cicatrizes em Cirurgia Plástica

Postado em Cicatrizes by Plástica Montenegro

Por Marina Sartori

Jornalista

Frequentemente se ouve falar que Cirurgias Plásticas não deixam cicatrizes. Mas isso não é verdade, infelizmente. Na cirurgia plástica, como em qualquer outro tipo de operação, é obrigatória a lesão de algum tipo de tecido, pele, músculo e até osso. Entretanto, existem técnicas cirúrgicas das quais o médico pode utilizar para deixar a cicatriz o menos perceptível possível.
Itens controláveis pelo cirurgião plástico e outros relacionados ao organismo e cuidados do paciente agem sobre a qualidade final da cicatriz. O médico preocupa-se com a higiene, a fim de evitar infecções, com técnicas de sutura avançadas e materiais de alta tecnologia. Porém, o aparecimento de quelóides é relacionado ao organismo do paciente e incontrolável pelo médico.
O quelóide é uma cicatriz grossa, que cresce de acordo com a evolução do corte, geralmente em alto relevo e endurecida. Apesar de ser dificilmente diagnosticada precocemente, já existem maneiras de preveni-las e tratá-las.
Toda cicatriz deve ser bem cuidada e higienizada. O processo de evolução de qualquer cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.


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