Emagrecimento antes da lipoaspiração

Postado em Cirurgia Plástica by Plástica Montenegro

 Por Claudia Ideguchi

Jornalista

Existe uma dúvida sobre a lipoaspiração muito comum entre pessoas que desejam se submeter a esse tipo de cirurgia plástica: Quantos quilos se deve perder e qual o peso ideal para realizar a cirurgia e obter os resultados mais satisfatórios.

Não há uma quantidade de peso específica que as pessoas devem perder, mas com certeza a lipoaspiração apresenta resultados melhores quando uma quantidade menor de gordura precisa ser aspirada. Pessoas que estão muito acima do peso possuem mais dificuldade de ver uma melhora pontual logo após a cirurgia (pois existe por segurança um limite de gordura a ser eliminada, que é 7% do volume corporal) e ainda há uma maior incidência de flacidez, sendo necessária uma dermolipectomia para retirar o excesso de pele.

Recomenda-se que alguns meses antes da cirurgia a pessoa mude seus hábitos alimentares para perder peso e também para se acostumar com uma alimentação balanceada, pois, após a lipoaspiração, o paciente terá que se adaptar a uma nova dieta indicada por um nutrólogo ou nutricionista. 

O objetivo da dieta balanceada é melhorar a saúde e garantir que os resultados da lipo durem mais tempo e não a perda de peso constante. Caso o paciente siga corretamente as instruções do médico e pratique exercícios físicos regulares, os resultados da cirurgia são definitivos.

Não há obrigatoriedade de emagrecer antes da lipoaspiração, mas estão provados os benefícios do esforço e da obtenção de novos hábitos saudáveis.

Cirurgia plástica após a redução do estômago

Postado em Cirurgia Plástica,Grandes Emagrecimentos by Plástica Montenegro

Por Claudia Ideguchi

Jornalista

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, o número de obesos no mundo vem aumentando em alta velocidade. Nos Estados Unidos, mais de 60% das pessoas estão acima do peso e, entre elas, 30% são diagnosticadas como obesas.

A obesidade é um estado patológico no qual há excesso de gordura no organismo. Para definir os casos da doença, foram criados vários parâmetros, todos respaldados em estudos estatísticos. O índice de massa corpórea é um parâmetro que dá um bom entendimento na situação que se encontra o paciente quanto ao peso, sem sensacionalismo quanto aos riscos que o alto peso possa proporcionar. O índice de massa corpórea é obtido pela divisão do peso, em quilogramas, pelo quadrado da altura em metros. Para combater a obesidade foram desenvolvidas cirurgias para a redução do estômago, muito eficazes apesar de conter riscos.

Após a cirurgia, o paciente apresenta o resultado do estiramento da pele no processo da engorda e é necessária uma intervenção cirúrgica para a retirada dessa pele em excesso. A flacidez da pele chega ao limite máximo e é comum o aparecimento de grandes estrias e celulites. A cirurgia após grandes emagrecimentos engloba praticamente todos os tipos de cirurgia (como abdominoplastia, dermolipectomia, mastopexia, entre outros) e na maioria das vezes requer várias intervenções para a obtenção do resultado final. Em geral são associadas três cirurgias em cada intervenção e os procedimentos são realizados a cada três meses após criteriosa avaliação médica. Além da cirurgia é necessário que o paciente adote novos hábitos alimentares a fim de manter o resultado mais que satisfatório obtido.

Lipo a Laser

Postado em Cirurgia Plástica by Plástica Montenegro

Mitos e verdades

Por Marina Sartori Jornalista

Como qualquer outra área da medicina, a cirurgia plástica não evolui de acordo com a velocidade do aumento de sua demanda. Se assim fosse, já existiriam pílulas de emagrecimento instantâneo, cremes reconstrutores, alimentos antirrugas, entre outros desejos. Apesar disso, há uma grande exploração na mídia a respeito de super novidades que prometem revolucionar o mundo da cirurgia plástica. Mas, na maioria das vezes, não há comprovação de benefícios ou revoluções em relação a essas novidades.

Uma das grandes promessas dos últimos tempos é a Lipo a Laser. De acordo com as últimas notícias, um novo aparelho acoplado à cânula de aspiração de gordura, com funcionamento a laser, derrete a camada gordurosa, matando as células adiposas e, por esse motivo, é mais eficiente nas Lipoaspirações e Lipoesculturas. Mito. Segundo o cirurgião plástico, Dr. Wagner Montenegro, muito do que se vem falando sobre o assunto não tem comprovação. “Em primeiro lugar, este aparelho já é utilizado há algum tempo em lipoaspirações no Brasil, mas não há comprovação sobre seus benefícios. O laser mata as células de gordura, mas não garante rapidez no processo ou mais eficiência, pois se a aspiração não for completa, as células mesmo mortas continuam no corpo do paciente, gerando uma falta de regularidade na superfície da pele”.

Novas técnicas e equipamentos são frequentemente pesquisados, mas demoram a chegar aos consultórios. Porque, afinal, estamos falando de estudos do corpo humano. Por isso, é preciso sempre ficar atento a essas novidades milagrosas e não se deixar enganar.

Plástica em Adolescentes

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Por Dr. Wagner Montenegro

CRM 51.769

A cirurgia plástica alcançou um papel importante nestes tempos modernos, em que beleza é confundida com perfeição, e a imagem correta promove não apenas o aumento da autoestima, mas a inserção do indivíduo na sociedade. A popularização desses procedimentos cirúrgicos atraiu um novo público. Uma parcela da população com amplo acesso à informação, grande poder de consumo e capacidade de decisão: os adolescentes.
Numa fase da vida em que as mudanças corporais são uma constante, muitos se sentem à margem dos padrões de beleza vigentes e procuram na cirurgia plástica uma melhora na qualidade vida. E é neste momento que entra a responsabilidade do cirurgião plástico.
Um cirurgião plástico é, antes de tudo, um profissional da saúde com acesso às diversas ferramentas que promovem o bem-estar de seus pacientes. É incorreto acreditar que um adolescente insatisfeito com alguma imperfeição estética esteja apenas supervalorizando esta situação. Não é incomum, nos consultórios, receber adolescentes com problemas reais, infelizes, retraídos e afastados de seus grupos sociais com queixas fundamentadas. Questões físicas provocam grandes traumas nos adolescentes, numa fase da vida em que eles já estão cheios de dúvidas e inseguranças.
Atualmente, no entanto, a mídia criou a falsa impressão de que a cirurgia plástica é a panaceia para todos os males da autoestima e esta é a armadilha que deve ser evitada tanto por profissionais quanto por pacientes. O cirurgião plástico obedece a regras rígidas da ética profissional e tem expertise para optar pelo melhor tratamento a ser aplicado em cada paciente, inclusive no encaminhamento a um tratamento psicológico.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os adolescentes são responsáveis por 13% das plásticas feitas no país. Seria leviano acreditar que este número refere-se apenas a meninos e meninas com problemas infundados de autoimagem. A presença de adolescentes não é um fenômeno recente; o que ocorre é que há alguns anos era normal falar em cirurgia apenas depois do crescimento corpóreo. Com a evolução das técnicas, já é possível operar jovens em fase avançada de crescimento. E o aumento do conhecimento médico em genética colabora para esta prática.
Uma menina com mamas gigantes, que vem de uma família cuja mãe e avó sofrem do mesmo problema, não precisa esperar até os 18 anos para decidir pela redução. A cirurgia é o único recurso para eliminar este problema e o cirurgião plástico tem a palavra final sobre esta decisão. A exigência é que a paciente esteja bem psicologicamente e tenha uma expectativa realista da cirurgia e do processo pós-operatório.

Mesmo correções que aparentemente não passam de caprichos, como orelhas de abano e nariz adunco, podem transformar a vida desses jovens, elevando a autoestima e ajudando a desfazer traumas, principalmente porque o adolescente costuma passar por mudanças de ambiente – trocar de escola, entrar na faculdade – e reconstruir sua imagem.

O tratamento conferido ao paciente com imperfeições reais, geradoras de traumas e impeditivas do desenvolvimento psicossocial, obviamente é diferente do aplicado àquele que tem um problema de insatisfação com a imagem. Para estes, o cirurgião plástico deve recomendar não apenas o amadurecimento da ideia, mas também chamar os pais à corresponsabilidade pela decisão, que pode mascarar problemas psicológicos mais sérios. Meninas com ambição à profissão de modelo podem realmente precisar se livrar de uma gordura localizada que atrapalha sua carreira e, por vezes, um procedimento simples evita que essa fixação evolua para um quadro de anorexia.

Ainda que as cirurgias plásticas vivam um momento de popularização dos procedimentos, com facilidades para o pagamento e técnicas menos invasivas, cabe ao cirurgião plástico, profissional especializado e balizado, decidir se as queixas de seus jovens pacientes são procedentes ou não. Norteado por valores éticos e conhecimento específico, este profissional da saúde vai decidir pela melhor solução do problema, que pode ou não passar pela intervenção cirúrgica.

Dr. Wagner Montenegro
Especialista em Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina
Membro da Sociedade de Cirurgia Plástica
CRM 51.769

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Meu corpo mudou. E agora?

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Por Eliana Antiqueira

Jornalista

Aceitar as mudanças que a natureza provoca no corpo nem sempre é tarefa fácil. Nem todo mundo consegue encarar as transformações de forma pacífica e o problema toma proporções alarmantes.

Ser vaidoso é inerente ao ser humano. Embora a cultura ocidental condene o culto da própria imagem e classifique a vaidade como um dos sete pecados capitais, estar – mais do que ser – atraente é uma condição da qual as pessoas não abrem mão. Perder a beleza, ou o que a sociedade julga belo, provoca uma revolução na cabeça das pessoas. ‘’Quando alguém perde a autoestima fica difícil mostrar que a beleza pode estar em outros detalhes que não os físicos’’, explica o doutor em cirurgia plástica, Wagner Montenegro , que em mais de vinte anos de profissão já usou o bisturi para resgatar o amor próprio de muita gente.

As mulheres, talvez por obedecerem a padrões estéticos mais rígidos , são as mais cobradas em sua vaidade. Estar acima do peso, ter celulites, estrias, flacidez, é visto, muitas vezes, como um sinal de desleixo e não como sinais de mudanças do organismo, os quais todos estão sujeitos.

O Dr. Wagner afirma que as mulheres que passaram por uma ou mais gestações são as que mais se queixam das alterações sofridas pelo físico e, neste processo de autorrejeição, acabam por destruir o casamento. ‘’Uma mulher jovem que tem o corpo alterado pela gravidez dificilmente vai conviver pacificamente com as mudanças. Embora o sentimento maternal seja grande e importante, ela também se vê como mulher e é aí que começa a crise’’, esclarece o cirurgião.
Os problemas mais comuns pós-gestação são a flacidez da mama, as estrias e a chamada barriga de avental – quando a pele do abdômen se esparrama sobre o púbis. Segundo o Dr. Wagner, muitas mulheres chegam ao consultório dele queixando-se que com o corpo naquele estado não conseguem manter relações sexuais com o marido, fogem ao toque e, principalmente, evitam se despir. ‘’Uma de minhas pacientes chegou a confessar que ficou mais de dez anos sem ver o seu corpo nu num espelho’’, narra.

Desde que o mundo é mundo as mulheres ficam grávidas e o corpo muda, certo? Então porque só agora elas resolveram reclamar? ‘’Porque antigamente não havia a possibilidade de mudança’’, diz o Dr. Wagner, que complementa: ‘’A popularização da cirurgia plástica trouxe esta possibilidade e, com ela, também a frustração”.

Não poder fazer uma cirurgia plástica acarreta na mulher a sensação de impotência por não poder voltar ao que era antes. Sou da opinião de que toda mulher deveria ter o direito de fazer uma cirurgia plástica depois da gravidez’’.

Um fato curioso levantado pelo Dr. Wagner é que, na maior parte das vezes, o problema está na cabeça da mulher e que o marido não consegue enxergar o que tanto aflige e afasta a esposa. ‘’Os homens conseguem aceitar melhor as mudanças que a maternidade traz do que as próprias mulheres. Eles entendem que após a gravidez o corpo não vai ser mais como antes’’. Embora adepto da ideia de que a autoestima é o melhor caminho para se livrar dos complexos, o Dr. Wagner Montenegro reconhece que a cirurgia plástica opera maravilhas no ego. ‘’Independente do resultado, só o fato de a mulher ter dado um passo em prol de uma melhoria de seu aspecto físico já é muito significativos e recupera muito do amor próprio dela que, sem medo de enxergar nas palavras, renasce para a vida’’.

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Solteiro e de bem com o corpo

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Homens e mulheres que optaram pela vida de solteiro buscam cirurgia plástica para elevar autoestima. ‘Neo-solteiros’ têm alto poder aquisitivo, elevado nível cultural e chegam aos consultórios convictos do que querem; lipoescultura é preferida entre os homens

 

Por Dr. Wagner Montenegro

CRM 51.769

 

Um novo perfil de pacientes vem buscando os consultórios de cirurgia plástica. São homens e mulheres livres, leves e soltos, ou porque nunca quiseram usar uma aliança na mão esquerda, ou porque se livraram do acessório recentemente e, agora, com a “liberdade” conjugal, buscam também ficar livres de rugas, flacidez e outros problemas estéticos. Eles e elas formam um batalhão de quase 70 milhões de solteiros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a parte que buscam a cirurgia plástica tem em comum, além da solteirice, a faixa etária (acima dos 38 anos), alto poder aquisitivo, boa formação escolar e cultural, e corpos saudáveis e já trabalhados por atividades esportivas e academias.
Solteirice, porém, não é sinônimo de solidão. Fora do cartório e do altar, mas dentro do concorrido “mercado” da paquera, esses neo-solteiros buscam corpos e rostos mais jovens com a mesma certeza que decidiram viver sós. Esse novo nicho de pacientes composto por solteiros convictos ou divorciados que não querem casar de novo, vem aumentando nos últimos dez anos, aumento que se tornou mais acentuado há dois anos.

São homens e mulheres que fazem muita atividade física, sem limitações financeiras e que gastam muito com a própria imagem. A procura é ainda maior por parte dos homens, num reflexo do crescimento da participação do sexo masculino no mundo da cirurgia plástica, que é de 30% hoje. Esses pacientes são ideais porque, na grande maioria dos casos, têm boa alimentação, estão dentro do peso e têm um corpo trabalhado por esportes e atividades físicas. São perfeitos para lipoaspiração e lipoescultura, o procedimento mais procurado pela maioria.
Já as mulheres que integram esse novo grupo em busca de cirurgia plástica costumam ser recém-separadas, já tiveram filhos e se beneficiam da cirurgia também do ponto de vista emocional. Inflam sua autoestima ao corrigir um abdome flácido ou colocar uma prótese de silicone nos seios. Após a cirurgia plástica se sentem mais seguras e mais bonitas para encarar a nova vida de solteira.
O rosto não é o foco principal desses neo-solteiros. As cirurgias mais procuradas são lipoaspiração, lipoescultura, mamas e abdominoplastia. Já os homens elegeram a lipoescultura, pois, no país conhecido pelas formas arredondadas do derrière feminino, eles também querem ter glúteos retocados. Também não descartam uma cirurgia na pálpebra, lipo na papada ou retoques no nariz.
Esses pacientes já chegam ao consultório bem informados e conscientes do que desejam fazer e a que cirurgia querem se submeter. E preferem ser operados no inverno, para chegar ao verão com novas formas, pois viajam muito. O nível de satisfação desses pacientes é sempre muito alto. A cirurgia funciona, inclusive, como uma espécie de terapia. É como se o paciente entrasse em uma nova casa.
Candidatos com o perfil dos neo-solteiros não faltam no Brasil, país recordista em cirurgias plásticas – mais de 700 mil por ano. Eles não enchem apenas os consultórios de cirurgia plástica, mas também fizeram o mercado mudar seus padrões e oferecer produtos e serviços específicos para solteiros e para quem consome individualmente.
Aos solteiros convictos somam-se os divorciados, cujo número cresceu 7,7% de 2005 para 2006 (mais recente censo), segundo o IBGE. Mais de 162 mil pessoas se divorciaram naquele ano e entraram para o mercado dos solteiros, principalmente no Sudeste e Sul do País. Outras 101 mil pessoas se separaram judicialmente.
Mas casadoiras e casadoiros não devem se assustar nem desanimar. O número de casamentos no Brasil também cresceu quase 8% em 2008, de acordo com as mais recentes pesquisas. E mesmos os neo-solteiros podem mudar de ideia. Afinal, ninguém faz plástica para passar o resto da vida sozinho.

Dr. Wagner Montenegro
Especialista em Cirurgia Plástica pelo Conselho Federal de Medicina
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
CRM 51.769

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Avanço da Cirurgia Plástica

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Por Davi Valença

Jornalista

Diferentemente da antiguidade, por volta do século VIII A.C., quando as pessoas utilizam a cirurgia plástica para  reconstruir narizes amputados como castigo de certos crimes, hoje em dia com o avanço da cirurgia plástica, homens e mulheres usam essa facilidade para aperfeiçoar cada vez mais sua estética.

No século IV, o médico bizantino Oribasius deu início a técnicas importantes como a utilização de retalhos, evitando a desfiguração das características faciais a criação de fios de sutura sem tensão.

Mais tarde, em 1800, a cirurgia plástica deu um grande passo  e  começou a aumentar sua popularidade com a aparição da anestesia cirúrgica, tornando os procedimentos menos dolorosos e complicados.

Após a Primeira Guerra Mundial, época na qual a cirurgia plástica foi extremamente usada para reconstruir rostos e corpos dos soldados feridos em campo de batalha, formou-se a primeira Associação Norte-Americana de Cirurgiões Plásticos (AAPS), em 1921. Com isso, a cirurgia plástica passou a ter fins de aperfeiçoamento estético, e o profissional passou a ser reconhecido por sua especialidade no ramo.

Hoje, com a evolução de seus procedimentos e técnicas, a cirurgia plástica passou a ser uma área completamente integrada à sociedade, expandindo suas especialidades ao redor do mundo. Diversos tipos de cirurgia plástica como lipoaspiração, inclusão de silicone nos seios, glúteos e panturrilhas, correção em orelhas de abano e narizes, entre outros, permitem que o paciente realize o sonho de ter sua aparência mais parecida possível com a sua vontade.

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A importância da esterilização da cirurgia plástica

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Por Marina Sartori

Jornalista

Frequentemente são noticiados na mídia casos de infecção de pacientes após se submeterem a cirurgias plásticas. Infecções bacterianas são decorrentes de problemas na esterilização dos instrumentos cirúrgicos. As consequências de cercas infecções são graves, nas quais o paciente tem de passar por tratamento longo e com riscos sérios ao desenvolvimento de uma série de doenças.

A esterilização é fundamental em qualquer procedimento de cirurgia plástica ou de qualquer outro gênero. Falhas na sua execução configuram culpa na atuação profissional, realizada por técnico formado em curso específico para a higiene correta dos instrumentos utilizados na cirurgia plástica. Além da limpeza feita de forma correta com substâncias e equipamentos especiais, o instrumentador cirúrgico deve conhecer a vida útil de cada instrumento. Cabe ao fornecedor dos materiais prestar informações adequadas de validade e utilização.

Caso ocorra qualquer problema de saúde em decorrência da má higiene do instrumental utilizado na cirurgia plástica, o paciente pode recorrer à Justiça. De acordo com Arthur Rollo, advogado, mestre e doutorando em direito pela PUC/SP, “proliferam-se os planos de parcelamento de cirurgias oferecidos por clínicas de credibilidade e eficiência duvidosas. A melhor medida de proteção dos pacientes sempre é a prevenção, ou seja, a busca por uma clínica idônea tendo em conta sempre que qualquer cirurgia plástica, por menor que seja, implica em risco à saúde”.

As recomendações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) para ações preventivas da infecção por micobactéria de crescimento rápido, aprovadas pela ANVISA, são:

1. Utilizar para o preparo da pele do paciente antissépticos registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);

2. Todo instrumental cirúrgico deve ser inspecionado rigorosamente de acordo com o seguinte roteiro:

a) Ao término do procedimento, encaminhar o instrumental cirúrgico à Central de Material Esterilizado (CME);

b) Proceder à limpeza do instrumental cirúrgico com lavadora ultrassônica (específica para canulados). No caso de não possuir a lavadora, o instrumental cirúrgico deverá ficar imerso em solução enzimática pelo tempo recomendado pelo fabricante;

c) Realizar, obrigatoriamente, a limpeza mecânica do instrumental cirúrgico, utilizando acessórios adequados (escovas para lúmens);

d) Orientar os serviços de saúde para que realizem a esterilização de artigos críticos com outros métodos disponíveis para esterilização, como medida cautelar, diante dos indícios de resistência da Micobacteria massiliense ao glutaraldeído a 2%;

3. Realizar e registrar a realização de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos utilizados no CME;

4. Realizar controle de qualidade da esterilização do instrumental cirúrgico por meio de indicadores químicos e biológicos;

5. Utilizar embalagem com barreira microbiológica para assegurar a esterilidade do instrumental cirúrgico;

6. Deve-se utilizar seringa descartável para a aspiração da gordura para lipoenxertia;

7. A cânula de enxertia de gordura deve ser de uso exclusivo para este fim;

8. Nos casos de suspeita ou confirmação de infecções pós-cirúrgicas, solicitar pesquisa para micobactérias e o acompanhamento de médico infectologista;

9. O cirurgião deve notificar os casos suspeitos ou confirmados de Micobacteriose à SBCP e à Secretaria de Saúde do Estado/Distrito Federal/Município e à Anvisa;

10. A SBCP encaminhará oficio à Federação Brasileira de Hospitais (FBH) e suas regionais, para conhecimento das medidas preventivas adotadas pela SBCP no cumprimento de normas da Anvisa;

11. A SBCP organizará um curso informativo e orientador sobre as infecções por micobactérias, com o apoio da ANVISA, tendo como público-alvo cirurgiões plásticos, enfermeiros responsáveis pelo CME e instrumentadores cirúrgicos;

12. O sócio da SBCP deve, obrigatoriamente, cumprir as exigências contida nas resoluções da Anvisa: RDC nº 156 e RE nº 2.606 ou RE nº 2.605 de 2006;

13. A instituição de saúde é responsável pela garantia da esterilidade de todo o instrumental cirúrgico utilizado em suas dependências.

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Cirurgia Plástica para o Carnaval

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Por Davi Valença

Jornalista


Pensando na mais festejada do ano, algumas pessoas já pensam em entrar na sala de cirurgia para fazer uma plástica e deixar o corpo sarado para o Carnaval do ano que vem.

Segundo o cirurgião plástico Dr. Wagner Montenegro, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e diretor da Clínica Plástica Dr. Wagner Montenegro, o processo cirúrgico envolve procedimentos, precauções e, dependendo da cirurgia, um longo tempo de recuperação. Cirurgias como a lipoaspiração e a aplicação de próteses de silicone nos seios e no bumbum, são procuradas especialmente pelas mulheres.

Com o maior tempo de recuperação, a lipoaspiração ou a abdominoplastia pode ser esquecida para quem quer deixar a barriga sequinha no carnaval. Duas horas após a cirurgia para tirar a gordurinha indesejada, o paciente ainda precisa ficar 24 horas na clínica ou hospital e, quando voltar para casa, além de ter que usar a cinta por dois meses, não poderá tomar sol no local da cicatriz por 3 meses.

Para quem quer turbinar a “comissão de frente”, o tempo de recuperação é menor, mas não o suficiente para curtir o Carnaval sambando. A duração da cirurgia leva uma hora, e a permanência na clínica ou hospital em média de 8 a 24 horas. Já em casa, o paciente terá que usar um curativo em forma de sutiã durante 24 horas e evitar dormir de bruços durante dez dias, totalizando o tempo de recuperação em 14 dias.

Destaque nos sambódromos de todo o País, o bumbum é preferência nacional, entretanto, para colocar uma prótese de silicone ou enxerto de gordura no glúteo, o paciente terá que passar por uma série de cuidados pós-operatórios. “O procedimento leva mais ou menos uma hora e meia dentro da sala de cirurgia, e depois terá que permanecer 24h na clínica ou hospital”, afirma o Dr. Wagner. “Além disso, é necessário dormir de bruços nos 10 primeiros dias para se recuperar totalmente 15 dias após a data da operação”, completa.

Se para alguns o Carnaval é sinônimo de agito e curtição, para outros é o momento certo de relaxar e aproveitar o tempo livre para descansar. O recesso se torna um aliado para quem acabou de fazer uma cirurgia plástica e quer se recuperar de maneira rápida e saudável, sem se preocupar com o trabalho ou com os estudos, deixando o “rebolado” perfeito para o Carnaval de 2011.

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Cirurgia Plástica para uma vida melhor

Postado em Cirurgia Plástica by Plástica Montenegro

Por Marina Sartori

Jornalista

Façamos jus a Vinícius de Moraes e deixemos a hipocrisia de lado: beleza é sim fundamental. Faz parte do conjunto da felicidade se sentir bem com sua própria imagem e sentir que ela agrada às pessoas com quem convive. Além disso, na vida em sociedade, principalmente em centros urbanos, é interessante adaptar-se a certos padrões para que oportunidades e relações pessoais sejam alcançadas de maneira mais fácil.

A Cirurgia Plástica é vista com grande preconceito, ainda, por muitas pessoas que acreditam na ideia equivocada de que pacientes se submetem a procedimentos ditos fúteis e desnecessários. Mas estão enganadas. De acordo com a Neuropsicologia, pacientes que, após se submeterem à Cirurgia Plástica, se sentem mais bonitos e seguros, e modificam o funcionamento de seu corpo, como respostas fisiológicas.

A medicina comprova a veracidade do aumento da qualidade de vida de pessoas que realizam a Cirurgia Plástica e obtêm bons resultados. Ao se olhar no espelho após a Cirurgia Plástica, o organismo do paciente libera endorfina, o hormônio da felicidade, melhorando o funcionamento do seu corpo e evitando o estresse e o mau-humor, grandes vilões da pele.

Mas é evidente que a Cirurgia Plástica tem de ser entendida como um processo com diversas fases entre o desejo da pessoa de se sentir diferente até o momento em que ela decide se submeter à este procedimento. É aí que entra a responsabilidade e a ética do cirurgião. Por sua experiência profissional, ele sabe quem está apto ou não a realizar determinada Cirurgia Plástica. Cabe a ele aconselhar o paciente sobre exageros ou a falta de necessidade do procedimento.

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