Cirurgia Estética

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Por Marina Sartori

Jornalista

A Cirurgia Estética, por incrível que pareça, nasceu na Antiguidade. Médicos indianos realizavam transplantes de pele e reconstruções nasais já no século VIII a.C, período no qual a amputação do nariz era um castigo para certos crimes. Os Romanos desenvolveram simples técnicas como a reparação de orelhas danificadas ainda no século I a.C.

O advento da Cirurgia Estética ao conhecimento popular, nos últimos anos, trouxe consigo o senso comum de que operações de reconstrução existem apenas a serviço da beleza. Ledo engano. A Cirurgia Estética surge e se renova a todo tempo para garantir a qualidade de vida das pessoas.

A procura por uma forma física mais harmoniosa comprova que as pessoas querem, cada vez mais, integrar-se ao grupo social em que vivem, restituindo sua autoestima. A Cirurgia Estética proporciona essa integração e resulta num maior sentimento de pertencimento ao grupo e, consequentemente, mais felicidade.

Por outro lado, há casos de indicação de Cirurgia Estética, nos quais os pacientes precisam corrigir a estrutura de algum órgão para que a funcionalidade de outro não se prejudique. Por exemplo, mulheres com seios muito grandes podem ter problemas ocasionados pelo peso refletido nas costas, como escoliose. Pacientes que se submetem à Cirurgia Estética de correção da mandíbula têm a mastigação muito mais eficiente. Além dos inúmeros casos de obesidade, em que a “diminuição do estômago” seguida de dermolipectomias e lipoaspirações resultam em pessoas saudáveis e livres de problemas cardíacos, respiratórios, etc.

O preconceito é um dos maiores inimigos da Cirurgia Estética, que ao longo dos tempos só comprova sua utilidade pública e a imensa melhora do padrão de vida das pessoas.

Cirurgia Plástica x Cigarro

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Por Marina Sartori

Jornalista

Uma das grandes preocupações de cirurgiões plásticos é a realização de operações em pacientes fumantes. Apesar de não ser divulgado, o cigarro pode provocar reações indesejadas no organismo que prejudicam o resultado da cirurgia plástica.

A pior consequência gerada pelo tabagismo em uma cirurgia plástica é o resultado da cicatriz. O cigarro concentra mais de quatro mil substâncias tóxicas que podem interferir na cicatrização das suturas realizadas na cirurgia plástica. O bom funcionamento do sistema circulatório é diretamente proporcional às boas condições da cicatriz e sua evolução com o passar do tempo. Isto porque, sem uma circulação bem feita, a pele deixa de ser irrigada como deve e sua nutrição e respiração são prejudicadas. O consumo de cigarros compromete esse processo de irrigação. Suas substâncias nocivas intoxicam o organismo e “engrossam” o sangue, que circula com muito mais dificuldade. Mas os tecidos que precisam de cicatrização, mais do que nunca, dependem do oxigênio e dos nutrientes trazidos pelo sangue às suas células.

Outro, e mais perigoso, problema é a vasoconstrição causada pelo tabagismo. Imediatamente ao consumo do cigarro, os vasos sanguíneos diminuem de tamanho, o que compromete mais ainda a circulação e pode até provocar necrose (morte de células) no tecido.

Nesses casos pode ocorrer quelóide, uma cicatriz grossa, que cresce de acordo com a evolução do corte, geralmente em alto relevo e endurecida.

Para evitar que as cicatrizes da cirurgia plástica sejam prejudicadas, assim como problemas maiores, os médicos costumam recomendar que o paciente deixe de fumar pelo menos por 30 dias antes da operação. E, para que a recuperação da cirurgia plástica seja tranquila, o ideal é não chegar perto do cigarro por algum tempo, porque no pós-operatório de fumantes frequentemente há mais complicações e incômodos. Além de que os riscos de infecções são mais altos e a tosse provocada pelo pigarro pode abrir os pontos.

Parar de vez de fumar antes de realizar a cirurgia plástica é o melhor a se fazer. Além de ser fundamental para o sucesso da cirurgia plástica, a sua saúde agradece. Que tal fazer da cirurgia plástica um incentivo para largar o vício?

Cirurgia Plástica Parcelada

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Por Marina Sartori

Jornalista

Em primeiro lugar, que fique bem claro: a cirurgia plástica parcelada não foi proibida. As discussões acerca do assunto, ainda no ano de 2008, acarretaram na proibição da mercantilização da cirurgia plástica. Como assim?

Com a crescente difusão pelos meios de comunicação e a sua popularização, a cirurgia plástica parcelada se tornou tão comum quanto o parcelamento de um carro. O que antes era um luxo para pacientes com alto poder aquisitivo, hoje se transformou em algo possível para a classe médica, graças às facilidades de pagamento. Porém, como em qualquer setor da economia, existem aproveitadores; e na área da saúde também. Com a grande exposição na mídia, e os altos índices de pessoas que desejam realizar cirurgias plásticas, surgiram empresas de financiamento que não se preocupavam com a segurança dos pacientes, tampouco com a qualidade da operação. Empresas essas que ofereciam a cirurgia plástica parcelada com altos juros, tornando uma importantíssima área da saúde em comércio.

O Conselho Federal de Medicina, então, em desacordo com tais práticas, aprovou o Artigo 3º da Resolução CFM Nº1.836/2008, no qual elimina a ação de intermediários entre médico e paciente em relação ao pagamento de cirurgias: “Cabe ao médico, após os procedimentos de diagnósticos e indicação terapêutica, estabelecer o valor e o modo de cobrança de seus honorários, observando o conteúdo no Código de Ética Médica, referente à remuneração profissional”.

Portanto, não leve em consideração apenas o preço e o parcelamento para decidir onde realizar a sua cirurgia plástica.

Um bom pré-operatório pode garantir o sucesso da cirurgia

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Por Marina Sartori

Jornalista

O resultado de qualquer cirurgia plástica, assim como a garantia de sucesso durante o procedimento, depende de uma série de fatores. Entre eles há os que o paciente não interfere: a experiência do médico, a qualidade dos equipamentos, local adequado e a técnica, entre outros. Mas, para garantir a eficácia da operação e aumentar as chances de satisfação, o próprio paciente deve tomar alguns cuidados antes da realização da cirurgia.

A primeira indicação para o período pré-operatório de cirurgias plásticas é programar as atividades sociais, domésticas, escolares e do trabalho, de modo a deixar de ser dispensável a terceiros por um período de aproximadamente uma semana, no mínimo. Lactantes devem pensar muito bem a respeito dessa situação, já que não poderão se dedicar aos cuidados com o bebê por alguns dias e, dependendo da cirurgia, terão de deixar de amamentar.

Outra indicação do pré-operatório de todas as cirurgias plásticas é o jejum absoluto de oito a doze horas antes do horário da operação. O jejum absoluto inclui não ingerir líquidos de qualquer espécie.

Uma das grandes preocupações dos médicos é a realização de cirurgias plásticas em pacientes fumantes. Apesar de não ser divulgado, o cigarro pode provocar reações indesejadas no organismo que prejudicam o resultado da cirurgia plástica. O cigarro concentra mais de quatro mil substâncias tóxicas que podem interferir na cicatrização das suturas. Portanto, o ideal é deixar de fumar por cerca de um mês antes da operação. O mesmo ocorre com bebidas alcoólicas.

Comunicar a clínica sobre qualquer imprevisto em relação à saúde é imprescindível. Viroses e doenças causadas por bactérias podem comprometer o resultado da cirurgia e apresentar riscos ao paciente.

Seguir todas as instruções de seu cirurgião sobre o pré-operatório é uma escolha muito inteligente. Não deixe de acreditar na experiência e sabedoria de seu médico. Assim você poderá evitar uma série de riscos a sua própria saúde, além de que os resultados serão muito mais satisfatórios.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Próteses

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Por Marina Sartori

Jornalista

Próteses são peças artificialmente criadas para substituir partes do corpo perdidas ou inexistentes. Elas podem ser utilizadas tanto para a recuperação de pacientes que tiveram lesões corporais, nasceram com alguma deficiência ou para a estética.

Existem próteses para diversos fins. Os mais conhecidos são aqueles para aumentar, corrigir ou reconstruir áreas em que o paciente sente necessidade estética de modificar. Esses procedimentos são feitos com próteses de silicone, que começaram a ser desenvolvidas para a medicina na década de 1960. A empresa Dow Corning utilizou os estudos do químico Silas Braley, de onde se origina o nome do produto, para iniciar a fabricação das primeiras próteses, ainda com algumas restrições de uso. Elas eram lisas e preenchidas com um gel do produto e deveriam ser substituídas de dez em dez anos.

Pouco tempo depois, foi desenvolvida uma prótese lisa com preenchimento feito com óleo. A vantagem era o fato de proporcionar ao cirurgião maior facilidade na inclusão e, por consequência, uma cicatriz de tamanho menor. A desvantagem era a necessidade de substituição em intervalos de apenas seis anos.

Conforme a tecnologia da cirurgia plástica foi se desenvolvendo, devido sua crescente procura, novas próteses começaram a ser desenvolvidas. A indústria passou a produzi-la em cápsulas com várias camadas, o que a tornou menos permeável e mais resistente à tração. O conteúdo, que antes era óleo, passou a ser gel e a superfície, texturizada, o que conferiu maior aparência natural.

Outra novidade foi a criação de próteses de silicone com uma variedade enorme de formatos, cada um para uma indicação diferente, dependendo das condições físicas do paciente e do procedimento escolhido pelo cirurgião. Não existe uma prótese ideal que proporcione um formato natural para todas as pacientes, mas sim aquela que se encaixa perfeitamente ao tipo de pele e proporcionalidade em relação ao corpo de cada um.

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Posso realizar mais de uma cirurgia plástica ao mesmo tempo?

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Por Marina Sartori

Jornalista

A maioria das pessoas que desejam se submeter a cirurgias plásticas, não pensa em mudar apenas um aspecto físico. Normalmente, quem não está contente com alguma parte do corpo, logo fica em dúvida sobre outra. Ao nos olharmos no espelho sempre encontramos alguma coisa que incomoda. Mas, ao pensar em realizar uma cirurgia, tendemos a nos forçar a escolher uma só, para não termos de passar por mais de um procedimento e suas consequências. Ledo engano.

A realização de duas ou mais cirurgias plásticas no mesmo ato cirúrgico é extremamente comum e não há muitas restrições para tal prática. Muito pelo contrário, há cirurgias plásticas que se associadas na mesma operação têm um resultado muito mais satisfatório além de que os custos são menores e, consequentemente, ficam mais baratas para os pacientes.

A viabilidade da associação de duas ou mais cirurgias plásticas na mesma operação depende de uma série de fatores. Dois deles, e os mais importantes, são as condições físicas e psicológicas do paciente e o porte das cirurgias plásticas. Não existe outra contra-indicação.

O caso mais frequente na associação de cirurgias plásticas é a Abdominoplastia com a Inclusão de Prótese de Silicone. São inúmeros os benefícios dessa operação. Em primeiro lugar está o conforto e a diminuição dos riscos. O paciente só precisará passar por um pré e um pós-operatório, diminuindo as chances de infecção além de que ele terá muito menos desconforto, dor e economizará tempo. Outra vantagem da realização dessas cirurgias plásticas em conjunto é proporcionada por uma técnica inovadora. O resultado é apenas uma cicatriz. Isso mesmo. Alguns cirurgiões plásticos realizam a inclusão de prótese de mama através da incisão da plástica abdominal. O procedimento ocorre na seguinte ordem, após a aplicação da anestesia: primeiro o cirurgião realiza a Abdominoplastia (lipoaspiração e retirada de pele em excesso) com um corte na região abaixo do umbigo, em segundo lugar é colocada a prótese por esse mesmo corte utilizando técnica especial até a região dos seios e, por último, realiza a sutura (pontos). A alta é no dia seguinte e a paciente pode voltar às atividades do dia a dia após cerca de 15 dias. Os cuidados do pós-operatório são os mesmos das cirurgias plásticas quando realizadas separadamente. Barriga magra e seios lindos.

Por que perder tempo? A solução está aí. Agora basta aproveitar os benefícios da medicina e realizar as cirurgias plásticas que desejar sem dor e medo em dobro.

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Futilidade ou Necessidade?

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Por Marina Sartori

Jornalista

Frequentemente se ouve falar sobre pessoas que se submetem à Cirurgia Plástica como se tivessem algum tipo de patologia ou distúrbio mental. O limite entre a vaidade e a real necessidade de recorrer a procedimentos estéticos cirúrgicos, entretanto, é relativo. Não se pode negar que é impressionante o número de pessoas que se beneficia com eles. Casos pontuais em que a ética e a responsabilidade médica são deixadas de lado são apresentados ao público de forma generalizante, o que causa discriminação em relação à área e aos pacientes.

A Cirurgia Plástica tem por objetivo reconstituir uma parte do corpo humano por razões reparadoras ou estéticas. A primeira visa corrigir defeitos congênitos ou adquiridos. A segunda se relaciona à melhora de algum aspecto físico próprio que não agrada o paciente. Embora seja qualificada como futilidade por muitas pessoas, desde 1887 cirurgiões e pesquisadores reconhecem tanto os aspectos funcionais quanto psicológicos das cirurgias estéticas. Sim, funcionais! É comprovado que as alterações físicas realizadas na cirurgia correspondem a mudanças neurológicas.

A Neuropsicologia defende que os pensamentos têm respostas fisiológicas. Portanto, pacientes que, após se submeterem à cirurgia, se sentem mais bonitos e seguros e modificam o funcionamento de seu corpo. Para comprovar tal fenômeno, o pesquisador do Instituto de Psicologia da USP, Walter Poltrinieri, aplica um teste aos seus alunos. Ele pede para que, de olhos fechados, imaginem que tem um limão em uma das mãos e que o levem ao nariz para sentir seu cheiro. Então devem cortá-lo com uma faca imaginária e espremer algumas gotas. Segundo o pesquisador, 90% dos alunos salivam ao fim do teste.

O que acontece com o paciente após a cirurgia é parecido. Ele se gosta mais ao se olhar no espelho, causando uma liberação de endorfina, o hormônio da felicidade. Além de ocorrerem mudanças neuromusculares permanentes.

Mas, é evidente que a Cirurgia Plástica tem de ser entendida como um processo com diversas fases entre o desejo da pessoa de se sentir diferente até o momento em que ela decide se submeter ao processo. É aí que entra a responsabilidade e a ética do cirurgião. Por sua experiência profissional, ele sabe quem está apto ou não a realizar determinada cirurgia. Cabe a ele aconselhar o paciente sobre exageros ou a falta de necessidade do procedimento.

A vontade da realização de uma cirurgia estética está relacionada a diversos problemas psicológicos, e ela pode ser uma solução para eles. Há incontáveis casos de pessoas que melhoraram o modo de se relacionar com familiares, amigos, colegas de trabalho e, principalmente, parceiros, por causa da cirurgia. Elas lutam para deixar de sofrer por conta de que seu corpo desperta a atenção das outras pessoas negativamente. Ou simplesmente a própria atenção.

Assimetria, partes do corpo muito grandes, obesidade, entre outros problemas, podem ser grandes inibidores de personalidade. É incrível como a cirurgia pode revelar aspectos psicológicos positivos de pessoas que antes os escondiam por terem a autoestima muito baixa e não conseguirem sociabilizar-se.

A quantidade de cirurgias realizadas dia a dia é proporcional aos benefícios que ela traz. De acordo com o Datafolha, entre 2004 e 2006, o número de brasileiros que se submeteram à plástica saltou de 616 mil para 700 mil. Essa tal “febre da plástica” demonstra o quanto as pessoas se realizam ao melhorarem sua aparência, num mundo em que a beleza ultrapassa barreiras e abre portas.

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A importância do pós-operatório

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Por Marina Sartori

Jornalista

O resultado de qualquer cirurgia plástica, para que atinja as expectativas tanto do paciente quanto do cirurgião, depende de uma série de fatores. Para garantir a eficácia da cirurgia, evitar possíveis complicações e passar por uma recuperação tranquila e saudável, quem se submete a cirurgias plásticas precisa se ater a alguns cuidados específicos de cada procedimento.

Todo cuidado é pouco quando se trata de cirurgia plástica. O período pós-operatório de cada cirurgia plástica tem suas características específicas e não adianta fugir dele. Muitas vezes é comum que o paciente já se sinta apto a realizar uma série de atividades, ou ache que não precisa mais de curativos. Mas ninguém melhor do que o cirurgião plástico para definir quando se deve ou não voltar à vida normal.

O corpo humano, após qualquer intervenção cirúrgica, precisa de um tempo para se regenerar. O sistema imunológico fica abalado, a circulação sanguínea precisa trabalhar mais, a cicatrização e a eliminação de líquidos consomem energia, entre outros fatores.

Uma série de alterações ocorre nos primeiros dias e o organismo precisa de toda a ajuda possível. Repouso, consumo de bastante água, boa alimentação, abstinência de cigarro e álcool, evitar exposição ao sol, trocar e limpar curativos e não se esforçar são algumas das precauções que se deve tomar no pós-operatório de todas as cirurgias plásticas. Entretanto, como já dito anteriormente, existem cuidados específicos para cada procedimento, de acordo com as necessidades geradas por cada intervenção cirúrgica diferente.

Além das recomendações indispensáveis do pós-operatório, há alguns tratamentos estéticos que podem auxiliar a recuperação, ajudar o organismo nas suas funções e acelerar o processo de aparecimento dos resultados. Um deles é a drenagem linfática, massagem que auxilia o organismo na eliminação de líquidos e evita o aparecimento de fibroses. Ela é muito indicada em pós-operatórios de Abdominoplastia e Lipoaspiração.

Siga todas as instruções de seu cirurgião sobre o pós-operatório. Não deixe de acreditar na experiência e sabedoria de seu médico. Assim você poderá evitar uma série de riscos a sua própria saúde, além de que os resultados serão muito mais satisfatórios.

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A hora certa de realizar uma cirurgia plástica

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Por Marina Sartori

Jornalista

A Cirurgia Plástica tem exercido um papel cada vez mais importante no nosso tempo. A constante evolução da especialidade, por meio de aperfeiçoamento tecnológico de técnicas e dos próprios cirurgiões profissionalmente, são o espelho de que a Cirurgia Plástica só tem beneficiado as pessoas e proporcionado uma melhora na qualidade de vida de pacientes.

A procura por uma forma física mais harmoniosa comprova que as pessoas querem, cada vez mais, integrar-se ao grupo social em que vivem, restituindo sua autoestima. A Cirurgia Plástica proporciona essa integração e resulta num maior sentimento de pertencimento ao grupo e, consequentemente, mais felicidade.

Mas como saber a hora certa de se submeter a procedimentos cirúrgicos? Há como resumir os inúmeros motivos pelos quais a cirurgia plástica é tão procurada com apenas uma palavra: insatisfação. Estar infeliz em relação à própria aparência é uma das razões mais frequentes entre as pessoas que se submetem a cirurgias plásticas. Entretanto, é preciso atentar para o porquê dessa infelicidade. Muitas vezes, problemas de autoestima em que o paciente já apresenta sintomas de depressão, por conta da aparência, são resolvidos em uma sala de psicólogo. Em contrapartida, há casos em que a pessoa tem a certeza do que quer, mas amigos e familiares consideram a cirurgia plástica uma futilidade e ela continua com o problema. Conclui-se, portanto, que somente paciente e médico podem chegar à melhor conclusão sobre a realização ou não da cirurgia plástica e que o importante é priorizar sua saúde física e mental.

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Breve história da cirurgia plástica

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Por Marina Sartori

Jornalista

A Cirurgia Plástica, por incrível que pareça, nasceu na antiguidade. Médicos indianos realizavam transplantes de pele e reconstruções nasais já no século VIII a.C, período no qual a amputação do nariz era um castigo para certos crimes. Os romanos desenvolveram simples técnicas como a reparação de orelhas danificadas ainda no século I a.C.

Eras mais tarde, o médico bizantino Oribasius criou a enciclopédia médica Synagogue Medicae, na qual contém textos sobre cirurgias plásticas, apesar da especialidade ainda estar longe de existir oficialmente. Oribasius demonstrou sua compreensão a respeito de técnicas importantes como a de utilização de retalhos para evitar a distorção das características faciais e o processo de criar fios de sutura sem tensão. Seu trabalho foi de grande influência para as técnicas médicas e cosméticas atuais.

Somente no século XV, a cirurgia plástica começou a evoluir novamente, com os estudos de Heinrich von Pfolspeundt, que conseguiu realizar a construção completa do nariz, utilizando a pele em excesso do braço.

A Rinoplastia foi, então, a mãe das cirurgias plásticas reconstrutoras, ganhando enorme repercussão na Europa do século XVIII. Inúmeros combatentes de guerra se submeteram à cirurgia para melhorar a aparência de seus narizes, que sofreram impactos na luta armada.

Outro motivo da crescente popularidade da cirurgia plástica foi a criação da anestesia cirúrgica, que tornou os procedimentos mais seguros e menos dolorosos.

A cirurgia plástica como especialidade médica oficial surgiu na Primeira Guerra Mundial. Além dos milhares de soldados que morreram, milhões foram mutilados ou deformados, gerando uma demanda enorme por procedimentos de reconstrução e reparação estéticos.

À medida em que a tecnologia da medicina evoluiu, os procedimentos de cirurgia plástica foram no mesmo ritmo. Hoje, esse campo da medicina tem muitas especializações, oferecendo uma variedade de procedimentos de cirurgia plástica aos pacientes interessados. A evolução contínua da cirurgia plástica permitiu que milhões de pessoas se beneficiassem dos procedimentos, tanto físico como psicologicamente.

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