Dentição Difícil

Postado em Homeopatia by Plástica Montenegro

Por Dr. Flávio Orsini Filho

CRM 37.296

A primeira dentição, que ocorre por volta do primeiro ano de vida, é sempre motivo de preocupação para os pais, pois a criança apresenta um quadro que os fazem normalmente sentirem-se inseguros e com uma sensação de que muito pouco podem fazer para ajudar aquele ser tão desprotegido aos nossos olhos. Este quadro tão comum aos bebês pode ter um grande auxílio na Homeopatia, que tem em seu arsenal terapêutico um grande número de medicamentos para este quadro.

O médico homeopata, ao examinar uma criança esta situação, busca um número maior de sinais e sintomas que o auxiliarão na seleção do medicamento mais adequado ao bebê.

Somente a queixa de desconforto à dentição é insuficiente à prescrição do medicamento. O médico homeopata sempre vai em busca dos sintomas que totalizam o quadro desta criança, pois cada ser, cada criança, manifesta seu sofrimento de maneira própria, só dela, e assim não poderia deixar de ser neste momento. A seleção de qualquer medicamento homeopático é sempre feita baseada numa totalidade sintomática, uma observação de todo o indivíduo.

Se além da dentição observamos uma criança que está muito irritada, chora ou grita sem bons motivos, uma inquietude que só melhora se a colocarmos no colo e caminhamos com ela, e se também apresenta febre e transpiração na cabeça, normalmente é indicado um medicamento chamado Chamomilla.

Se observarmos outra criança e notarmos que ela não tem o quadro acima, mas pode, além da irritação, apresentar um comportamento de aversão ao toque, morde tudo que pega, tem insônia, grita, joga tudo que pega nas mãos, aí temos um quadro que melhoraria com Cina.

Outro medicamento utilizado é Bórax, no qual a dentição é acompanhada de aftas que sangram, muita salivação e calor na boca. Pode acontecer também de a criança começar a mamar e deixar o peito chorando, apresentar diarreia, terror noturno e sobressaltos fáceis.

Phytolacca, por sua vez, é útil nos quadros nos quais a criança aperta com força e esfrega as gengivas superiores e inferiores, ou morde os objetos que estão ao seu alcance para alívio de seu sofrimento.

Poderíamos citar o quadro de vários outros medicamentos com Silicea, Belladonna, Kreosoum e Calcárea Phosphorica, mas o intuito é informar e auxiliar as mães que, na homeopatia, com certeza, seu bebê encontrará um auxílio para este quadro tão desagradável.

Homeopatia Unicista

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Por Dr. Flávio Orsini Filho

CRM 37.296

 

Quando Samuel Hahnemann (precursor da Homeopatia Unicista), na virada do século 19, iniciou suas pesquisas com Homeopatia, pouco se sabia sobre as causas das doenças, o que o levou a focar nos sintomas das mesmas. O primeiro medicamento que ele estudou foi o China Officinalis, um remédio utilizado para malária, mas que quando tomado por um indivíduo saudável produzia sintomas semelhantes a malária, fazendo-o concluir que “semelhante cura semelhante”, que é a principal prerrogativa da Homeopatia Unicista.

Uma substância que causa certos sintomas em indivíduos saudáveis deveria curar os doentes que apresentassem sintomas semelhantes. Esta ideia já havia sido sugerida por Hipócrates na antiga Grécia. Devido ao fato de que grandes dosagens de muitas substâncias eram venenosas, ele passou cada vez mais a utilizar concentrações menores, chegando à máxima de que quanto mais diluída a substância, maior será o seu poder de cura.

Baseados neste princípio clássico, os médicos homeopatas adeptos a ela são aqueles que prescrevem um único medicamento por vez. Eles observam seus pacientes como um todo, não importando só a doença e seus sintomas físicos, mas dão muito valor aos seus sintomas mentais, suas emoções, a forma com que eles interagem a seu meio, como vivem seus medos, conflitos, ansiedades, como a doença se manifesta de acordo com os horários, temperaturas do meio ambiente, épocas do ano e muito mais. Enfim, a Homeopatia Unicista observa o paciente como um todo, individualizando-o o máximo possível para a escolha do medicamento.

Outros médicos, por sua vez, focam mais suas prescrições na doença, talvez por se adaptarem melhor a esta abordagem, procurando entender como é a doença em particular naquele indivíduo. Muito frequentemente os Unicistas e os Organicistas acabam prescrevendo os mesmos medicamentos, já que ambos procuram individualizar o paciente, seja com um todo, ou a doença bem caracterizada. Os chamados Pluralistas ou Alternistas que receitam mais de um medicamento por vez, sempre administrado em horários alternados, às vezes pelo fato de não se ter certeza do medicamento único.

Mais raramente encontramos os Complexistas, sendo que são poucos os encontrados aqui no Brasil, especialmente. Estes receitam vários medicamentos num mesmo glóbulo, a serem ministrados de forma isolada ou conjuntamente, num mesmo dia. Também fazem uma seleção dos medicamentos mais comuns a determinada patologia e os prescrevem numa fórmula única. Neste caso, temos como exemplo mais usual e conhecido, sais de Schussler, fórmula composta de vários medicamentos minerais em baixa diluição e dinamização. Este composto é administrado uma ou várias vezes ao dia conforme a orientação médica.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.<–>

Depressão Pós-Parto e Homeopatia

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Por Dr. Flávio Orsini Filho

CRM 37.296

 

A chegada de um bebê na família é sempre motivo de alegria pois indica o início de uma nova geração. Todas as atenções se voltam a este novo ser que irá gerar muitos cuidados, muita preocupação e medo na maioria das novas mamães. Poucos sabem, mas de 50 a 80% das novas mamães irão apresentar alguma alteração emocional que, na maioria das vezes, é comum, podendo ser considerada uma reação esperada no período pós-parto imediato e que geralmente ocorre na primeira semana depois do nascimento da criança.

Este transtorno irá ocorrer numa época especialmente trabalhosa e em algumas vezes muito difícil para a nova mamãe, justamente pela falta de experiência em cuidar de crianças recém-nascidas. Surge aí uma sensação de incapacidade, de culpa, de autorrecriminação por não se sentir apta a cuidar deste novo ser. O choro, o mau humor, a irritação com o companheiro e com o bebê, além da culpa de, pelo fato de estar desta maneira, o amor que deveria estar dando à criança não é suficiente. Além desta sua nova responsabilidade vem junto uma necessidade de que os outros pensem que ela está extremamente feliz, o que parece que deveria ser como um presente de Deus por ter tido um bebê tão esperado, lindo e amado.

Por desconhecimento, uma porcentagem bastante elevada de médicos ginecologistas e obstetras não recomenda a Homeopatia, que é colocada em dúvida e até desaconselhada por muitos médicos, sem saber que poderia auxiliar em muito estas mães que tanto sofrem.

Este sistema terapêutico, por meio de seus medicamentos, tem ajudado, e muito, mulheres que sofrem deste mal. A rapidez na resposta do tratamento com Homeopatia é infinitamente maior que qualquer outro medicamento e conta com o fato de poder ser utilizado sem comprometer a qualidade do leite que é dado ao bebê. Como o quadro varia de uma pessoa a outra, a escolha do medicamento deverá ser criteriosa e somente um profissional preparado poderá saber diferenciar um medicamento de outro. São muitos os remédios que poderão ser utilizados, que podem ser desde o Natrum Muriaticum, a Pulsatilla Nigricans, o Phosphorus, Veratrum Album, Arsenicum Album e outros que não vem ao caso serem citados, estes são só alguns deles. Tenho observado que as pacientes que procuram a Homeopatia não relatam este quadro a seus maridos e familiares por medo de serem duramente criticadas e com toda razão, pois não há nada de errado com tudo que está acontecendo e não amar o filho que acabou de nascer é como um castigo imperdoável. Isto as pacientes nos relatam envergonhadas e em sigilo.

Ao atendermos uma paciente nestas condições, a abordagem será cuidadosa e a seleção do medicamento é norteada de acordo com seu quadro clínico, que será diferente de uma pessoa a outra. O medicamento de Homeopatia deverá ser único e numa pujança adequada ao grau de semelhança dos sintomas. A recuperação, como já presenciei, poderá ser em horas, desde que o medicamento e a potência esteja de acordo.



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