Mamoplastia e Gravidez

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Prótese de Mama: Antes ou depois da gestação?

Por Marina Sartori

Jornalista

Uma das maiores dúvidas entre mulheres que desejam realizar a Cirurgia de Inclusão de Prótese de Silicone de Mama (Mamoplastia de Aumento) é a hora certa de realizá-la. Informações erradas, devido à crescente exposição na mídia sobre o assunto, levam as pacientes ao medo e à dúvida, em vez de esclarecer corretamente os fatos. Entre as mais variadas está uma das mais comuns perguntas: “Posso realizar a Mamoplastia antes de engravidar ou devo esperar?”.

Antes de responder diretamente à pergunta, é preciso explicar algumas alterações no corpo da mulher durante a gestação e após o parto.

Durante a gravidez e principalmente após o parto, a mama sofre um grande estiramento devido à produção de leite. A pele, por ser um tecido elástico, acompanha o crescimento dos seios, mas não pode suportar a velocidade desta decorrência, gerando flacidez e o aparecimento de estrias. Entretanto, não é somente em decorrência da produção de leite que os seios aumentam de volume. A gestante engorda, em casos ideais, cerca de um quilo por mês, aumentando o volume de gordura na mama. Portanto, quanto mais a paciente engordar, maiores ficarão seus seios.

A Mamoplastia de Aumento pode ser indicada para pacientes que ainda desejam ter filhos, mas elas devem estar cientes de que podem precisar realizar uma nova Mamoplastia após o parto. Em consequência do aumento da mama e do estiramento da pele, a prótese introduzida na Mamoplastia ficará de tamanho desproporcional, tornando os seios ainda mais caídos. Por esse motivo será necessária uma nova Mamoplastia, corrigindo o excesso de pele ou a introdução de nova prótese, de tamanho maior.

Em relação aos riscos na amamentação, não há com o que se preocupar. Hoje, as técnicas de Mamoplastia de Aumento e a tecnologia das próteses de silicone garantem riscos baixíssimos de complicações tanto para a mãe quanto para o bebê.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.<–>

Correção de Rugas

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Por Marina Sartori Jornalista

 

As rugas podem aparecer já em pessoas jovens na faixa dos 30 anos, mas podemos tratá-las sem que seja necessária intervenção cirúrgica.

Os tratamentos mais indicados para as rugas são o enxerto de gordura ou preenchimento com substâncias definitivas (metacrilato) ou reabsorvidos (como o ácido hialurônico), e procedimentos não cirúrgicos, como luz pulsada e peelings seriados.

Antes de qualquer coisa, que seja esclarecido: Toxina botulínica (Botox®) não é preenchimento. Existem dois tipos de rugas, as dinâmicas e as estáticas. As dinâmicas são as famosas rugas de expressão, as quais notamos quando rimos, choramos, nos irritamos, etc. Elas sim são tratadas com Botox®. Já as técnicas de preenchimento foram criadas para a correção de rugas estáticas.

O preenchimento cutâneo é uma técnica desenvolvida para a suavização de sulcos, rugas e cicatrizes mais profundas e permanentes. Elas são chamadas de estáticas, porque podem ser vistas mesmo com o rosto em repouso. Esse tratamento consiste na injeção de substâncias de diferentes tipos. Existem aqueles em que se utilizam as permanentes, outros as semipermanentes e, finalmente, as absorvíveis.

As principais substâncias utilizadas para o preenchimento são o ácido hialurônico, colágeno, ácido poliláctico e o polimetilmetacrilato, entre outros. Elas variam no tempo de duração e, principalmente, de indicação de uma para a outra. O procedimento é feito no consultório, por ser rápido e porque, na maioria das vezes, não necessita de anestesia.

A maior causa das rugas estáticas é o envelhecimento intrínseco, aquele que não podemos evitar. É progressivo e vem com a maturidade. Mas fatores externos podem agravar esse envelhecimento, como a exposição ao sol e o tabagismo.

O estresse também é responsável pelo aparecimento de rugas, porque aumenta a produção de radicais livres, que são os vilões do envelhecimento celular e que podem até acelerar o aparecimento de algumas doenças. Má alimentação, sedentarismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e cigarros também são inimigos da saúde da pele e do corpo.

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Prótese de Mama

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Posso escolher o tamanho e a forma?

Por Marina Sartori

Jornalista

É comum recebermos dúvidas por e-mail ou mesmo de pacientes no consultório relacionadas ao tamanho e à forma da Prótese de Mama. Normalmente as indagações são a respeito da escolha precoce das dimensões destes dispositivos. A frase mais frequente é: “Quero uma Prótese de Mama de XmL, por favor”.

Não é tão simples assim. A Cirurgia Plástica, como qualquer outra área da medicina, é muito relativa a cada paciente. O tipo de pele, seu grau de elasticidade, fatores genéticos, peso, altura, biotipo, histórico clínico… Tudo isso e muito mais são fatores que influenciam as decisões do Cirurgião Plástico na inclusão desta prótese.

Além das características físicas e da vontade de cada mulher, existem outras variáveis que devem ser levadas em conta sobre a este procedimento. Perfil baixo, médio ou alto; perfil anatômico; liso ou texturizado, são alguns de seus formatos. O produto e a marca também são variados. E, ainda, há a decisão do plano de inclusão da Prótese de Mama, que pode ser via axilas, das aréolas, do umbigo, abaixo dos seios, abaixo ou acima do músculo, entre outras técnicas relacionadas ao conhecimento de cada cirurgião e às necessidades da paciente.

Quanta informação, não é? Mas não se assuste. Todas essas dúvidas e peculiaridades podem ser esclarecidas no consultório. O Cirurgião Plástico tem a obrigação de examiná-la com cuidado e informá-la da melhor maneira para que a sua Prótese de Mama fique do jeito que quer, na medida do possível e do esteticamente viável.

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Mamoplastia de Aumento

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Por Marina Sartori

Jornalista

 

O que há pouco era um típico gosto do norte-americano se transformou em mania também por aqui. Os seios, nas últimas décadas, se tornaram uma das principais preferências entre os homens quanto à sensualidade feminina. E, graças à empresa americana Dow Corning e o químico Silas Braley, há cerca de 50 anos a cirurgia plástica pode fazer parte desse cenário.

O uso do silicone para o preenchimento de próteses começou a ser explorado quando, juntos – fabricante e cientista – desenvolveram uma nova técnica. Ela consistia em uma bolsa de silicone muito fina e transparente cujo conteúdo era um óleo do mesmo produto. Teoricamente, essa prótese deveria ser permanente – inclusive, os próprios fabricantes não recomendavam sua substituição. Entretanto, após dez anos de uso, a prótese se rompia e seu conteúdo infiltrava na mama ou migrava para outras partes do corpo, causando problemas. Determinou-se, então, que uma nova cirurgia deveria ser feita a cada dez anos, no máximo, para a paciente não correr riscos.

Conforme a tecnologia da Mamoplastia de Aumento, foi se desenvolvendo, devido a grande procura pela cirurgia, novas próteses começaram a ser desenvolvidas. A indústria passou a produzir cápsulas com várias camadas, o que a tornou menos permeável e mais resistente à tração. O conteúdo, que antes era óleo, passou a ser gel e a superfície texturizada, o que conferiu maior aparência real aos seios.

Outra novidade foi a criação de próteses de silicone com uma variedade enorme de formatos, cada um para uma indicação diferente, dependendo do tipo de mama da paciente e do procedimento escolhido pelo cirurgião. A consistência, a projeção e o tamanho da base da prótese também são escolhidos pelo médico. Não existe uma prótese ideal que proporcione um formato natural para todas as pacientes, mas sim aquela que se encaixa perfeitamente ao tipo de pele e proporcionalidade em relação ao corpo de cada mulher.

O volume da prótese de mama quem determina é a paciente, mas o cirurgião dá as diretrizes para que ela não faça a escolha errada e para que o resultado final seja o mais satisfatório possível, de acordo com a harmonia estética de todo seu corpo.

A técnica mais recomendada para esta prática é a introdução da prótese através da axila, acima do músculo peitoral. Este procedimento proporciona uma recuperação mais rápida do que o normal. A paciente recebe alta no mesmo dia da cirurgia e, em 15 dias, pode voltar a dirigir, em 30, pode realizar caminhadas e, em 60, os exercícios físicos estão liberados. Além de todos esses benefícios, a inclusão pela axila deixa a cicatriz praticamente imperceptível, pois se confunde entre os sulcos naturais dessa região.

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MAMOPLASTIA E AMAMENTAÇÃO

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MAMOPLASTIA E AMAMENTAÇÃO

Prótese de mama: Antes ou depois da amamentação?

Por Marina Sartori

Uma das maiores dúvidas entre mulheres que desejam realizar a Cirurgia de Inclusão de Prótese de Silicone de Mama (Mamoplastia de Aumento) é a hora certa de realizá-la. Informações erradas devido à crescente exposição na mídia sobre o assunto, levam as pacientes ao medo e à dúvida, ao invés de esclarecer corretamente os fatos. Entre as mais variadas está uma das mais comuns perguntas: “Posso realizar a Mamoplastia logo após o parto, durante a amamentação ou preciso esperar?”.

Antes de responder diretamente à pergunta, é preciso explicar algumas alterações no corpo da mulher durante a gestação e após o parto.

Durante a gravidez e principalmente após o parto, a mama sofre um grande estiramento devido à produção de leite. A pele, por ser um tecido elástico, acompanha o crescimento dos seios, mas não pode suportar sua velocidade, gerando flacidez e o aparecimento de estrias. Entretanto, não é somente em decorrência da produção de leite que os seios aumentam de tamanho. A gestante engorda, em casos ideais, cerca de um quilo por mês, aumentando o volume de gordura na mama. Portanto, quanto mais a paciente engordar, maiores ficarão seus seios.

A Mamoplastia de Aumento não pode ser indicada para lactantes porque a mama ainda não terá diminuído de tamanho para que a prótese seja colocada de forma correta e de tamanho apropriado. Muito pelo contrário, se a Mamoplastia for realizada nesse período a prótese escolhida provavelmente será menor do que deveria e sobrará pele ao término da amamentação, tornando a mama ainda mais caída. O tempo certo para a realização da Mamoplastia deve ser alguns meses após cessar a amamentação, pois desse modo infecções indesejadas para a mãe são evitadas e os resultados da cirurgia são garantidos com sucesso.

O melhor a se fazer é adiar a Mamoplastia para cerca de três meses, pelo menos. Mas, durante a gestação e a amamentação, é possível evitar grandes estiramentos de pele e conseqüentes estrias e flacidez com uma boa hidratação diária da pele e cuidados com a alimentação, evitando o excesso de engorda.



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