Por Marina Sartori
Jornalista
Façamos jus a Vinícius de Moraes e deixemos a hipocrisia de lado: beleza é sim fundamental. Faz parte do conjunto da felicidade se sentir bem com sua própria imagem e sentir que ela agrada às pessoas com quem convive. Além disso, na vida em sociedade, principalmente em centros urbanos, é interessante adaptar-se a certos padrões para que oportunidades e relações pessoais sejam alcançadas de maneira mais fácil.
A Cirurgia Plástica é vista com grande preconceito, ainda, por muitas pessoas que acreditam na ideia equivocada de que pacientes se submetem a procedimentos ditos fúteis e desnecessários. Mas estão enganadas. De acordo com a Neuropsicologia, pacientes que, após se submeterem à Cirurgia Plástica, se sentem mais bonitos e seguros, e modificam o funcionamento de seu corpo, como respostas fisiológicas.
A medicina comprova a veracidade do aumento da qualidade de vida de pessoas que realizam a Cirurgia Plástica e obtêm bons resultados. Ao se olhar no espelho após a Cirurgia Plástica, o organismo do paciente libera endorfina, o hormônio da felicidade, melhorando o funcionamento do seu corpo e evitando o estresse e o mau-humor, grandes vilões da pele.
Mas é evidente que a Cirurgia Plástica tem de ser entendida como um processo com diversas fases entre o desejo da pessoa de se sentir diferente até o momento em que ela decide se submeter à este procedimento. É aí que entra a responsabilidade e a ética do cirurgião. Por sua experiência profissional, ele sabe quem está apto ou não a realizar determinada Cirurgia Plástica. Cabe a ele aconselhar o paciente sobre exageros ou a falta de necessidade do procedimento.