Peeling

Postado em Dermatologia Cosmiátrica por Plástica Montenegro

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Por Marina Sartori Jornalista

 

O Peeling químico é um procedimento da Dermatologia Cosmiátrica que tem por objetivo provocar reações na pele do rosto, como leve descamação e remoção da pele em diferentes níveis, por meio da aplicação tópica de substâncias químicas.

O peeling aproveita a capacidade do organismo de trocar a pele e é utilizado para o tratamento de algumas alterações, como manchas de sol, envelhecimento da pele, suavização de flacidez e rugas superficiais.

Existem diversos tipos de peeling, indicados para problemas de diferentes graus. São eles: Peeling Superficial, Peeling Médio e Peeling Profundo.

O Peeling Superficial age na primeira camada da pele, a epiderme, e não traz nenhum tipo de problema após a aplicação. É realizado com intervalos que variam de uma semana a 15 dias, numa série de cinco a seis peeling. Sua indicação é para rugas muito suaves, manchas superficiais na pele, acne e fotoenvelhecimento leve.

O Peeling Médio atinge o nível da derme papilar, um pouco mais profunda do que a epiderme. Provoca destruição dos tecidos e remove parcialmente ou totalmente a epiderme. Apresenta poucos riscos. Ele é aplicado uma única vez e pode ser repetido mensalmente, bi ou trimensalmente, dependendo do tipo de pele do paciente. É indicado para pele fotoenvelhecida, melhorando rugas e sulcos suaves e moderados, queratoses actínicas e alguns casos de hiperpigmentação (sardas).

O Peeling Profundo destrói totalmente a epiderme e sua profundidade atinge até o nível da derme reticular. Apresenta riscos maiores de complicações. A indicação para o peeling profundo é rara e depende de análise muito criteriosa do médico.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.<–>

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