Cirurgia plástica e cigarro: combinação arriscada

Postado em Cicatrizes por Plástica Montenegro

Por Claudia Ideguchi

Jornalista

 

Os malefícios do cigarro são mais do que conhecidos de todos. Com mais de 4.000 substâncias químicas que causam dano a saúde, o cigarro também é inimigo da boa cicatrização e pode tornar a recuperação de cirurgias plásticas um pouco mais difícil.

Os fumantes possuem um sangue mais “grosso”, resultado das toxinas nocivas do cigarro, comprometendo a circulação. Os vasos sanguíneos ficam mais finos sofrendo vasoconstrição e deixando a circulação ainda mais difícil e complicada e dessa forma dificultam a chegada de nutrientes e proteínas, além do oxigênio, importantes para as áreas que precisam se cicatrizar. Essa má circulação pode causar também a morte de algumas células, o que pode gerar necrose do tecido e facilitar o aparecimento de quelóides nas cicatrizes. A fumaça inalada pelo fumante passivo também é nociva para a cicatrização, pois ela prejudica as células formadoras de colágeno que são fundamentais para o processo cicatrizatório. 

O pós-operatório dos pacientes que fumam também é mais complicado que de pacientes não fumantes. Existe maior possibilidade de infecções e a tendência dos fumantes a tossir mais causa dor e acaba forçando o corte, dificultando a cicatrização e fazendo com que a chance de seus pontos abrirem seja maior.

Se você é fumante e deseja realizar algum procedimento plástico, a recomendação é interromper o cigarro por um mês antes da cirurgia para as células se repararem e tornarem-se mais saudáveis para a recuperação. No entanto, se você vai realizar uma mudança estética para melhorar a auto-estima e bem estar, por que não promover uma transformação de hábitos deixando o cigarro e tornando também seu corpo mais saudável? Afinal de contas, estética e saúde caminham lado a lado na construção da satisfação pessoal. 

 

Cicatriz em Mamoplastia Redutora

Postado em Cicatrizes por Plástica Montenegro

 

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Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à cirurgia plástica, permite que a Mamoplastia Redutora apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

A cirurgia é simples e dura em média duas horas. Entre as técnicas mais usadas para reduzir o volume dos seios está a chamada cirurgia do “T invertido”. Criada pelo cirurgião Ivo Pitanguy, essa técnica envolve um corte em volta da aréola, um corte no sulco mamário e um terceiro que liga os outros dois.

O resultado é uma cicatriz no formato de um “T” invertido. Outras duas técnicas de redução dos seios são as que deixam cicatrizes nos formatos de “L” e “I”. Em todos os casos, o cirurgião tomará o máximo de cuidado para evitar qualquer cicatriz inútil. Depois de um certo tempo, as cicatrizes ganham um aspecto de linha esbranquiçada, muito discreta. A permanência na clínica é de 8 a 24 horas. Os cuidados depois da cirurgia incluem um curativo no local durante 24 horas e o uso de um sutiã modelador durante dois meses, que deve ser usado de dia e de noite. O retorno às atividades normais também costuma ser bem rápido.

A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes da paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado, respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cicatriz em Mamoplastia de Aumento

Postado em Cicatrizes por Plástica Montenegro

Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à Cirurgia Plástica, permite que a Inclusão de Prótese de Silicone apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

Hoje existem técnicas para a inclusão da prótese através de diferentes partes do corpo, dependendo das necessidades de cada paciente. Uma delas é por meio da via “Periareolar inferior”, ou seja, através das aréolas. O resultado é uma única cicatriz em torno da metade inferior da aréola, acompanhando seu desenho natural. Entretanto, há limitações para a colocação da prótese de acordo com o tamanho dos seios, dos mamilos e da aréola da paciente.

Outro procedimento da mamoplastia de aumento com prótese é através das axilas. Na via “axilar”, a cicatriz é quase invisível, já que se confunde aos sulcos naturais do local, além de ser facilmente escondida. A técnica mais comum e aplicável em todos os casos é a por meio da via “inframamária”, que consiste na inclusão por meio do sulco inferior à mama. A cirurgia é realizada com anestesia local, na maioria das vezes, e dura em média uma hora. O período de internação é de, no máximo, 24 horas.

As cicatrizes decorrentes da cirurgia de mama geralmente são pequenas variando entre dois e quatro centímetros. A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes do paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cirurgia Plástica Parcelada

Postado em Cirurgia Plástica por Plástica Montenegro

Por Marina Sartori

Jornalista

Em primeiro lugar, que fique bem claro: a cirurgia plástica parcelada não foi proibida. As discussões acerca do assunto, ainda no ano de 2008, acarretaram na proibição da mercantilização da cirurgia plástica. Como assim?

Com a crescente difusão pelos meios de comunicação e a sua popularização, a cirurgia plástica parcelada se tornou tão comum quanto o parcelamento de um carro. O que antes era um luxo para pacientes com alto poder aquisitivo, hoje se transformou em algo possível para a classe médica, graças às facilidades de pagamento. Porém, como em qualquer setor da economia, existem aproveitadores; e na área da saúde também. Com a grande exposição na mídia, e os altos índices de pessoas que desejam realizar cirurgias plásticas, surgiram empresas de financiamento que não se preocupavam com a segurança dos pacientes, tampouco com a qualidade da operação. Empresas essas que ofereciam a cirurgia plástica parcelada com altos juros, tornando uma importantíssima área da saúde em comércio.

O Conselho Federal de Medicina, então, em desacordo com tais práticas, aprovou o Artigo 3º da Resolução CFM Nº1.836/2008, no qual elimina a ação de intermediários entre médico e paciente em relação ao pagamento de cirurgias: “Cabe ao médico, após os procedimentos de diagnósticos e indicação terapêutica, estabelecer o valor e o modo de cobrança de seus honorários, observando o conteúdo no Código de Ética Médica, referente à remuneração profissional”.

Portanto, não leve em consideração apenas o preço e o parcelamento para decidir onde realizar a sua cirurgia plástica.

Cicatrizes em Cirurgia Plástica

Postado em Cicatrizes por Plástica Montenegro

Por Marina Sartori

Jornalista

Frequentemente se ouve falar que Cirurgias Plásticas não deixam cicatrizes. Mas isso não é verdade, infelizmente. Na cirurgia plástica, como em qualquer outro tipo de operação, é obrigatória a lesão de algum tipo de tecido, pele, músculo e até osso. Entretanto, existem técnicas cirúrgicas das quais o médico pode utilizar para deixar a cicatriz o menos perceptível possível.
Itens controláveis pelo cirurgião plástico e outros relacionados ao organismo e cuidados do paciente agem sobre a qualidade final da cicatriz. O médico preocupa-se com a higiene, a fim de evitar infecções, com técnicas de sutura avançadas e materiais de alta tecnologia. Porém, o aparecimento de quelóides é relacionado ao organismo do paciente e incontrolável pelo médico.
O quelóide é uma cicatriz grossa, que cresce de acordo com a evolução do corte, geralmente em alto relevo e endurecida. Apesar de ser dificilmente diagnosticada precocemente, já existem maneiras de preveni-las e tratá-las.
Toda cicatriz deve ser bem cuidada e higienizada. O processo de evolução de qualquer cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.


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