Desvio de septo causa distúrbios respiratórios e constrangimentos estéticos

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O septo nasal é a parede que separa o lado esquerdo do lado direito do nariz, sendo o ideal localizar-se no meio, de forma que os lados do nariz sejam iguais.

Esse desvio desalinha o nariz, além de alterar o padrão de corrente de ar, podendo bloquear o lado estreitado. As causas do desvio de septo podem ser durante a formação do nariz na gestação, uma lesão nasal durante o parto ou com o avançar da idade podem ocorrer traumas e contusões que colocam o septo do nariz fora do lugar.

Em alguns casos, a abertura dos seios paranasais pode facilitar problemas como a sinusite, pele interna do nariz seca e rachada provocando hemorragias nasais frequentes.

Um paciente com este desvio não tem uma adequada ventilação nasal, o que acaba por ocasionar outro problema: respirar pela boca. Ele acaba por inalar um ar não filtrado, nem aquecido e nem umidificado, o que diminui sua resistência ocasionando infecções respiratórias.

Ainda podem ocorrer infecções nos seios paranasais, dor facial, cefaleia, obstrução nasal, predisposição a rinites e sinusites, respiração ruidosa durante o sono, principalmente em crianças e bebês, respiração bucal frequente, cansaço, dificuldades para dormir e roncos.

O diagnostico é simples, por meio de um bate-papo com o médico e um exame clínico avaliando a posição do septo nasal.

O tratamento mais eficaz para a problemática é a cirurgia septoplastia, em que o médico mobilizará o septo nasal para uma posição normal. Em alguns casos é necessário corrigir também a aparência externa do nariz em um procedimento chamado Rinoplastia.

Na maioria dos casos já é possível realizar a Septoplastia sem o incômodo dos tampões nasais, já que a técnica cirúrgica evoluiu minimizando o sangramento intra e pós-operatório. Este último é tranquilo e não costuma apresentar cicatriz externa. É recomendado apenas que o paciente evite exposição ao sol e esforço físico exagerado.

Cirurgia Plástica do Prazer

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Por Marina Sartori Jornalista

Graças às conquistas femininas das últimas décadas, mais um tabu foi quebrado e a Cirurgia Plástica Íntima ganha cada vez mais adeptas. Mas os motivos são outros. O que antes era procurado para corrigir defeitos estéticos ou consequências do envelhecimento, agora está a serviço do prazer e da autoestima da mulher.

Operações plásticas em regiões íntimas são conhecidas há muito tempo, mas nunca foram objetos de desejo por mulheres jovens e saudáveis. De acordo com o cirurgião, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Dr Wagner Montenegro, “a procura pela cirurgia da intimidade se restringia a mulheres maduras que desejavam corrigir os efeitos do envelhecimento e consequências do parto normal”. É comum que ocorram problemas após o parto, quando há rompimento vaginal, como o prolapso de bexiga ou reto. Porém, a Perineoplastia, cirurgia que enrijece a musculatura do interior da vagina, atualmente, faz sucesso entre pacientes adultas que querem corrigir o alargamento da região, em busca de maior satisfação sexual.

Popularmente chamada de Cirurgia Plástica do Prazer, o procedimento consiste na retirada de parte da mucosa e a aproximação do músculo, recuperando as condições naturais do local. A operação, apesar de delicada, é ambulatorial e pode ser realizada com anestesia local ou peridural, em cerca de 30 minutos. Os pontos utilizados são absorvíveis e, portanto, a paciente só precisa retornar ao consultório para exame de rotina. Em dois dias as atividades do dia a dia estão liberadas, mas deve-se evitar o sexo por, pelo menos, um mês.

“Os resultados são impressionantes. Se soubesse o quanto ficaria feliz, teria feito a cirurgia muito antes”, confessa Gabriela (nome fictício), de 42 anos. Ela foi operada em Minas Gerais, em dezembro de 2008. “Foi um presente de Natal do meu marido, mas disse a ele que foi para nós dois”, conta alegre.

Gabriela não é a única que aprovou a Perineoplastia, mulheres de todo o país se mostram satisfeitas e não há casos registrados de complicações no pós-operatório, mostrando-se um procedimento de baixo risco.

Além da Cirurgia do Prazer, várias alterações anatômicas na genitália feminina podem ser corrigidas por cirurgias plásticas e, igualmente, trazem bem-estar e autoconfiança à mulher. A Ninfoplastia reduz os pequenos lábios vaginais e a lipoaspiração do monte de Vênus reduz as medidas da área pubiana, entre outros procedimentos cirúrgicos. Além dos tratamentos dermatológicos, como a depilação definitiva.

As soluções estão aí. Agora basta deixar a vergonha de lado e agarrar mais essa oportunidade que a medicina proporciona e ser feliz!

Prótese de Mama

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Posso escolher o tamanho e a forma?

Por Marina Sartori

Jornalista

É comum recebermos dúvidas por e-mail ou mesmo de pacientes no consultório relacionadas ao tamanho e à forma da Prótese de Mama. Normalmente as indagações são a respeito da escolha precoce das dimensões destes dispositivos. A frase mais frequente é: “Quero uma Prótese de Mama de XmL, por favor”.

Não é tão simples assim. A Cirurgia Plástica, como qualquer outra área da medicina, é muito relativa a cada paciente. O tipo de pele, seu grau de elasticidade, fatores genéticos, peso, altura, biotipo, histórico clínico… Tudo isso e muito mais são fatores que influenciam as decisões do Cirurgião Plástico na inclusão desta prótese.

Além das características físicas e da vontade de cada mulher, existem outras variáveis que devem ser levadas em conta sobre a este procedimento. Perfil baixo, médio ou alto; perfil anatômico; liso ou texturizado, são alguns de seus formatos. O produto e a marca também são variados. E, ainda, há a decisão do plano de inclusão da Prótese de Mama, que pode ser via axilas, das aréolas, do umbigo, abaixo dos seios, abaixo ou acima do músculo, entre outras técnicas relacionadas ao conhecimento de cada cirurgião e às necessidades da paciente.

Quanta informação, não é? Mas não se assuste. Todas essas dúvidas e peculiaridades podem ser esclarecidas no consultório. O Cirurgião Plástico tem a obrigação de examiná-la com cuidado e informá-la da melhor maneira para que a sua Prótese de Mama fique do jeito que quer, na medida do possível e do esteticamente viável.

Para saber mais ou marcar uma consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.<–>

Cicatriz em Mamoplastia Redutora

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Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à cirurgia plástica, permite que a Mamoplastia Redutora apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

A cirurgia é simples e dura em média duas horas. Entre as técnicas mais usadas para reduzir o volume dos seios está a chamada cirurgia do “T invertido”. Criada pelo cirurgião Ivo Pitanguy, essa técnica envolve um corte em volta da aréola, um corte no sulco mamário e um terceiro que liga os outros dois.

O resultado é uma cicatriz no formato de um “T” invertido. Outras duas técnicas de redução dos seios são as que deixam cicatrizes nos formatos de “L” e “I”. Em todos os casos, o cirurgião tomará o máximo de cuidado para evitar qualquer cicatriz inútil. Depois de um certo tempo, as cicatrizes ganham um aspecto de linha esbranquiçada, muito discreta. A permanência na clínica é de 8 a 24 horas. Os cuidados depois da cirurgia incluem um curativo no local durante 24 horas e o uso de um sutiã modelador durante dois meses, que deve ser usado de dia e de noite. O retorno às atividades normais também costuma ser bem rápido.

A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes da paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado, respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Cicatriz em Mamoplastia de Aumento

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Por Marina Sartori Jornalista

A tecnologia, associada aos mais recentes estudos da medicina relacionados à Cirurgia Plástica, permite que a Inclusão de Prótese de Silicone apresente uma cicatriz cada vez menos perceptível e de aparência fina e pequena.

Hoje existem técnicas para a inclusão da prótese através de diferentes partes do corpo, dependendo das necessidades de cada paciente. Uma delas é por meio da via “Periareolar inferior”, ou seja, através das aréolas. O resultado é uma única cicatriz em torno da metade inferior da aréola, acompanhando seu desenho natural. Entretanto, há limitações para a colocação da prótese de acordo com o tamanho dos seios, dos mamilos e da aréola da paciente.

Outro procedimento da mamoplastia de aumento com prótese é através das axilas. Na via “axilar”, a cicatriz é quase invisível, já que se confunde aos sulcos naturais do local, além de ser facilmente escondida. A técnica mais comum e aplicável em todos os casos é a por meio da via “inframamária”, que consiste na inclusão por meio do sulco inferior à mama. A cirurgia é realizada com anestesia local, na maioria das vezes, e dura em média uma hora. O período de internação é de, no máximo, 24 horas.

As cicatrizes decorrentes da cirurgia de mama geralmente são pequenas variando entre dois e quatro centímetros. A cicatrização depende de fatores genéticos da paciente, bem como seu tipo de pele. Pacientes com pele clara têm tendência à cicatrização de boa qualidade. Em contrapartida, pessoas de pele negra ou amarela apresentam cicatrizes de menor qualidade, mas isso não é uma regra geral. Na consulta pré-operatória o médico avalia os antecedentes genéticos e observa outras cicatrizes do paciente para obter um prognóstico e tomar precauções. Existem vários recursos que podem melhorar as cicatrizes hipertróficas e queloidianas, que serão avaliados pelo seu médico no momento adequado respeitando as fases da cicatrização.

O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

Para saber mais ou marcar consulta, acesse Montenegro Cirurgia Plástica.

Rinoplastia

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Por Marina Sartori

Jornalista

O nariz é o elemento central que garante a harmonia da face de qualquer pessoa, e que influencia diretamente na simetria e na beleza do rosto. Ele define o perfil e dá as principais características à chamada personalidade estética: delicada, grosseira, redonda, forte, esguia, etc. Até porque, os traços do rosto acompanham a genética de etnias e raças.

A mais antiga das cirurgias plásticas é justamente a que corrige deformidades decorridas de acidentes ou má-formação do nariz. No século XV, a cirurgia plástica começou a evoluir novamente após séculos estagnada, com os estudos de Heinrich von Pfolspeundt, que conseguiu realizar a reconstrução completa do nariz, utilizando a pele em excesso do braço.

A Rinoplastia foi, então, a mãe da cirurgia plástica reconstrutora, ganhando enorme repercussão na Europa do século XVIII. Inúmeros combatentes de guerra se submeteram à cirurgia para melhorar a aparência de seus narizes, que sofreram impactos na luta armada.

Hoje, a importância da cirurgia plástica de nariz se deve à grande satisfação dos pacientes que se submetem a ela. Porque, apesar de ser uma estrutura pequena em relação a outros órgãos, o nariz tem importância fundamental. São as narinas que filtram partículas poluentes, umidificam e aquecem o ar que respiramos, funções vitais do organismo. Por isso, de nada adianta ter um nariz bonito com defasagem dessas funções, assim como o inverso pode incomodar tanta gente. Mas técnicas de rinoplastia permitem que essa estrutura tão complexa de cartilagens, ossos e mucosa, seja operada com precisão, apesar de ser uma cirurgia extremamente delicada.

Esta cirurgia praticamente não deixa cicatrizes aparentes, já que os cortes necessários para a cirurgia são feitos dentro das narinas ou nos sulcos. Nos casos em que há correção das asas nasais, as incisões são feitas exatamente sobre os sulcos, o que pode deixar uma leve cicatriz, na qual, na maioria das vezes, desaparece com o passar das semanas.

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Rinoplastia associada ao Desvio de Septo

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Por Marina Sartori

Jornalista

A cirurgia de correção do desvio do septo nasal é frequentemente associada à Rinoplastia, correção estética do nariz. Inúmeros são os motivos, mas o principal se relaciona à possibilidade de unir a necessidade de obter uma respiração à vontade pessoal de harmonizar o nariz com o restante do rosto, em busca da beleza.

O Septo Nasal é a estrutura delicada que separa uma narina da outra. Formado por ossos na parte posterior e cartilagem na anterior, é revestido pela mucosa nasal, mesmo tecido do interior de todo o nariz. Naturalmente, o septo de 80% das pessoas tem um leve desvio, quando deveria se localizar centralmente, de modo que os dois lados do nariz sejam simétricos. Entretanto, em alguns casos, esse desvio é extremamente notável, gerando o chamado Desvio de Septo. Nessas situações, a diferença de tamanho entre as narinas revela uma alteração do padrão de corrente de ar na respiração, o que pode gerar infecções (sinusite) e hemorragias frequentes.

A correção do desvio é feita por meio de uma cirurgia de curta duração, cuja alta é no mesmo dia. Muitas pessoas aproveitam o ato cirúrgico para realizar uma Rinoplastia, cirurgia plástica de nariz, evitando passar por dois procedimentos e, consequentemente, dois períodos pós-operatórios, que podem ser desconfortáveis. Escolha muito bem feita e plausível.

A Rinoplastia visa corrigir esteticamente toda a estrutura nasal, a fim de que se estabeleça um equilíbrio com as outras estruturas da face, criando simetria e harmonia, que resulta em uma aparência muito mais bonita.

A cirurgia praticamente não deixa cicatrizes aparentes, já que os cortes necessários para a cirurgia são feitos dentro das narinas ou nos sulcos. Nos casos em que há correção das asas nasais, as incisões são feitas exatamente sobre os sulcos, o que pode deixar uma leve cicatriz, na qual, na maioria das vezes, desaparece com o passar das semanas.

A cirurgia plástica do nariz, associada à correção do desvio de septo, dura cerca de duas horas e o paciente poderá deixar a clínica após 12 horas. O resultado da cirurgia plástica é definitivo. Mas o nariz não ficará imune às mudanças naturais do corpo e de sua morfologia. A partir dos 50 anos, mais ou menos, ocorrem transformações da qualidade da pele de qualquer pessoa, ela perde a rigidez, o corpo já não produz tanto colágeno como antes, e o nariz acompanha esse processo.

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Redução do Monte de Vênus

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Por Marina Sartori Jornalista

A Cirurgia Plástica de Redução do Monte de Vênus vem sendo cada vez mais procurada por mulheres de variadas idades, desde que o tabu que envolve a cirurgia plástica da intimidade começou a ser quebrado. Milhares de mulheres se beneficiam dessa situação e, após deixar de lado até mesmo o seu próprio preconceito, realizam a cirurgia e se surpreendem com o aumento de autoestima, qualidade na relação sexual e o sentimento de jovialidade renovado.

Este procedimento é indicado para mulheres que sentem constrangimento e desconforto em relação ao aumento do volume dessa região com o passar dos anos. Não há uma faixa de idade exata para as mulheres que se submetem a esta cirurgia, pois a alteração pode ocorrer entre pacientes jovens porém com o peso acima do ideal.

É realizada uma Lipoaspiração com o auxílio de anestesia local com sedação ou peridural. A alta hospitalar da Redução do Monte de Vênus é no mesmo dia e a cirurgia dura cerca de meia hora.

Durante o período de evolução da cirurgia de Redução do Monte de Vênus, cerca de seis meses, pode haver uma redução da sensibilidade no local, mas ela tende a voltar ao normal gradativamente. A sensibilidade do clitóris fica intacta, portanto o prazer sexual não será prejudicado.

Relações sexuais devem ser evitadas por aproximadamente um mês, mas após esse período só resta agradecer por mais essa oportunidade que a medicina e a cirurgia plástica nos proporciona e ser feliz!

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Gluteoplastia

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Silicone no “Bumbum”

Por Marina Sartori Jornalista

 

Falar em Brasil e mencionar a beleza de suas mulheres é praticamente uma redundância. E um elemento fundamental do padrão da sensualidade brasileira é o “bumbum”. Por ser um país tropical, do biquíni fio-dental e do Carnaval, não surpreende ninguém que os glúteos sejam a preferência nacional. Por esse motivo e por conta da evolução da cirurgia plástica nos últimos anos, o silicone no “bumbum” está conquistando espaço.

A tecnologia e as mais recentes técnicas de cirurgia plástica proporcionaram a realização de três procedimentos juntos para a projeção da região glútea e dos quadris. Aliar o enxerto de gordura à inclusão de prótese de silicone no glúteos e à técnica de elevação da mesma região, tornou a cirurgia muito mais eficaz.

Outro motivo pelo qual esta cirurgia tem sido tão procurada é o surgimento de próteses de formatos que proporcionam um resultado muito natural, além de ser mais seguro. Antigamente, se utilizava prótese de mama no “aumento do bumbum”, nome coloquial da Gluteoplastia, o que acarretava certo risco para a paciente já que o material da prótese de mama não tem a resistência e a durabilidade do silicone próprio para o glúteo. Há casos em que o equívoco causou o rompimento da prótese de silicone no bumbum e, consequentemente, complicações para a paciente. Quanto ao tamanho da prótese, é necessário que haja um acordo entre cirurgião e paciente, pois cada caso requer um estudo para que o resultado final fique equilibrado e harmônico.

Além de todos os benefícios deste procedimento, ainda é possível tratar a flacidez no mesmo procedimento.

A cicatriz deixada pela inclusão de prótese de silicone no bumbum é praticamente imperceptível, pois ela fica no sulco interglúteo, na prega natural entre as nádegas, e tem em torno de cinco centímetros. Já os casos de elevação, em que há retirada de pele e gordura, é feita uma incisão horizontal acima do glúteo, o que resulta numa cicatriz que pode muito bem ser escondida pelo biquíni.

Após a colocação destas próteses, as nádegas terão seu volume aumentado e ocorrerá uma melhora na consistência e forma, porque ficarão com o aspecto “durinho e empinado” que toda mulher deseja. Sem deixar de obedecer à harmonia natural formada pelo tamanho do tronco e pernas.

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Uso de drogas diversas pode gerar Ginecomastia

Postado em Ginecomastia por Plástica Montenegro

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Por Marina Sartori Jornalista

Além das causas genéticas e fisiológicas em geral, a Ginecomastia, de acordo com estudos recentes, pode estar relacionada ao consumo de algumas drogas comuns entre jovens, como anabolizantes, cerveja e maconha. A Ginecomastia é uma alteração no peitoral masculino que faz com que tenha aparência de mamas femininas. Apesar de se falar muito pouco sobre o assunto, este problema atinge cerca de 40% da população, em maior ou menor grau.

Ela pode ser o aumento do tecido gorduroso do peitoral por causa de aumento de peso, ou em decorrência do crescimento da glândula mamária, também presente nos homens, mas inativa. O órgão é como um resquício da fase embrionária e não tem função alguma.

Recentes descobertas da Endocrinologia detectaram que os anabolizantes, utilizados para aumentar a massa muscular por muitos jovens, possuem altos níveis de testosterona. O organismo, em defesa, pode transformá-la em estrogênio, o hormônio básico da mulher que garante as principais características do sexo feminino. O resultado é o aparecimento de traços femininos em geral no homem, sendo a Ginecomastia um deles.

A cirurgia plástica para sua correção é a retirada da glândula mamária desenvolvida, com anestesia local, sedação ou geral. Caso haja somente excesso de gordura, o cirurgião realiza uma lipoaspiração e isto basta para o aspecto de peitoral masculino voltar ao normal. Mas há pacientes que possuem os dois problemas, justamente por causa da ação do estrogênio. Então, após a Lipoaspiração, é feita uma incisão - em local escolhido pelo médico para que proporcione uma cicatriz discreta – para a retirada parcial da glândula.

O pós-operatório pode ser incômodo devido a dores e inchaço. Analgésicos e antiinflamatórios são prescritos para evitar desconforto e evitar infecções. É recomendado o uso de cinta para conter a retenção de líquidos e manter a sutura segura contra abertura de pontos. É muito importante evitar movimentação brusca dos braços e exercícios físicos por pelo menos um mês após a cirurgia. Manter o peso é ideal para que o problema não volte. Portanto esportes e academia estão liberados após o período de recuperação.

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