Dermolipectomia Braquial

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A Cirurgia Plástica dos Braços

Por Marina Sartori Jornalista

A Dermolipectomia Braquial consiste na retirada de gordura e pele em excesso dos braços (Dermo = pele; Lipo = gordura; Ectomia = retirada). É uma das cirurgias plásticas mais realizadas para os casos de grandes emagrecimentos, já que a pele da parte superior dos braços dificilmente retrai.

A cicatriz deixada pela cirurgia dos braços fica próxima à prega axilar, portanto confunde-se entre os sulcos já existentes na axila. Somente nos casos em que há grande excesso de pele flácida é necessário um segundo corte, que se estende verticalmente na parte interna do braço. O processo de evolução da cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia dos braços, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.

A cirurgia plástica dos braços dura, em média, duas horas com anestesia geral e a internação é de apenas um dia, em casos de evolução normal do pós-operatório. Apesar de não haver dor intensa, mas próxima de um desconforto muscular, o cirurgião receita analgésicos como prevenção. Além do antibiótico, que deve ser tomado por uma semana. Periodicamente, durante o pós-operatório, os curativos devem ser trocados, priorizando a higiene.

Os resultados da lipoaspiração e retirada de pele flácida em excesso dos braços são muito bem aceitos entre os pacientes que se submetem à cirurgia dos braços. A satisfação de ter braços finos, que condizem com as dimensões do resto do corpo, é extremamente importante para pessoas que passaram por grandes emagrecimentos ou para aquelas que sofrem dificuldades para a redução de gordura e enrijecimento do local.

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Cirurgia Plástica Parcelada

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Por Marina Sartori

Jornalista

Em primeiro lugar, que fique bem claro: a cirurgia plástica parcelada não foi proibida. As discussões acerca do assunto, ainda no ano de 2008, acarretaram na proibição da mercantilização da cirurgia plástica. Como assim?

Com a crescente difusão pelos meios de comunicação e a sua popularização, a cirurgia plástica parcelada se tornou tão comum quanto o parcelamento de um carro. O que antes era um luxo para pacientes com alto poder aquisitivo, hoje se transformou em algo possível para a classe médica, graças às facilidades de pagamento. Porém, como em qualquer setor da economia, existem aproveitadores; e na área da saúde também. Com a grande exposição na mídia, e os altos índices de pessoas que desejam realizar cirurgias plásticas, surgiram empresas de financiamento que não se preocupavam com a segurança dos pacientes, tampouco com a qualidade da operação. Empresas essas que ofereciam a cirurgia plástica parcelada com altos juros, tornando uma importantíssima área da saúde em comércio.

O Conselho Federal de Medicina, então, em desacordo com tais práticas, aprovou o Artigo 3º da Resolução CFM Nº1.836/2008, no qual elimina a ação de intermediários entre médico e paciente em relação ao pagamento de cirurgias: “Cabe ao médico, após os procedimentos de diagnósticos e indicação terapêutica, estabelecer o valor e o modo de cobrança de seus honorários, observando o conteúdo no Código de Ética Médica, referente à remuneração profissional”.

Portanto, não leve em consideração apenas o preço e o parcelamento para decidir onde realizar a sua cirurgia plástica.

Posso realizar mais de uma cirurgia plástica ao mesmo tempo?

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Por Marina Sartori

Jornalista

A maioria das pessoas que desejam se submeter a cirurgias plásticas, não pensa em mudar apenas um aspecto físico. Normalmente, quem não está contente com alguma parte do corpo, logo fica em dúvida sobre outra. Ao nos olharmos no espelho sempre encontramos alguma coisa que incomoda. Mas, ao pensar em realizar uma cirurgia, tendemos a nos forçar a escolher uma só, para não termos de passar por mais de um procedimento e suas consequências. Ledo engano.

A realização de duas ou mais cirurgias plásticas no mesmo ato cirúrgico é extremamente comum e não há muitas restrições para tal prática. Muito pelo contrário, há cirurgias plásticas que se associadas na mesma operação têm um resultado muito mais satisfatório além de que os custos são menores e, consequentemente, ficam mais baratas para os pacientes.

A viabilidade da associação de duas ou mais cirurgias plásticas na mesma operação depende de uma série de fatores. Dois deles, e os mais importantes, são as condições físicas e psicológicas do paciente e o porte das cirurgias plásticas. Não existe outra contra-indicação.

O caso mais frequente na associação de cirurgias plásticas é a Abdominoplastia com a Inclusão de Prótese de Silicone. São inúmeros os benefícios dessa operação. Em primeiro lugar está o conforto e a diminuição dos riscos. O paciente só precisará passar por um pré e um pós-operatório, diminuindo as chances de infecção além de que ele terá muito menos desconforto, dor e economizará tempo. Outra vantagem da realização dessas cirurgias plásticas em conjunto é proporcionada por uma técnica inovadora. O resultado é apenas uma cicatriz. Isso mesmo. Alguns cirurgiões plásticos realizam a inclusão de prótese de mama através da incisão da plástica abdominal. O procedimento ocorre na seguinte ordem, após a aplicação da anestesia: primeiro o cirurgião realiza a Abdominoplastia (lipoaspiração e retirada de pele em excesso) com um corte na região abaixo do umbigo, em segundo lugar é colocada a prótese por esse mesmo corte utilizando técnica especial até a região dos seios e, por último, realiza a sutura (pontos). A alta é no dia seguinte e a paciente pode voltar às atividades do dia a dia após cerca de 15 dias. Os cuidados do pós-operatório são os mesmos das cirurgias plásticas quando realizadas separadamente. Barriga magra e seios lindos.

Por que perder tempo? A solução está aí. Agora basta aproveitar os benefícios da medicina e realizar as cirurgias plásticas que desejar sem dor e medo em dobro.

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Futilidade ou Necessidade?

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Por Marina Sartori

Jornalista

Frequentemente se ouve falar sobre pessoas que se submetem à Cirurgia Plástica como se tivessem algum tipo de patologia ou distúrbio mental. O limite entre a vaidade e a real necessidade de recorrer a procedimentos estéticos cirúrgicos, entretanto, é relativo. Não se pode negar que é impressionante o número de pessoas que se beneficia com eles. Casos pontuais em que a ética e a responsabilidade médica são deixadas de lado são apresentados ao público de forma generalizante, o que causa discriminação em relação à área e aos pacientes.

A Cirurgia Plástica tem por objetivo reconstituir uma parte do corpo humano por razões reparadoras ou estéticas. A primeira visa corrigir defeitos congênitos ou adquiridos. A segunda se relaciona à melhora de algum aspecto físico próprio que não agrada o paciente. Embora seja qualificada como futilidade por muitas pessoas, desde 1887 cirurgiões e pesquisadores reconhecem tanto os aspectos funcionais quanto psicológicos das cirurgias estéticas. Sim, funcionais! É comprovado que as alterações físicas realizadas na cirurgia correspondem a mudanças neurológicas.

A Neuropsicologia defende que os pensamentos têm respostas fisiológicas. Portanto, pacientes que, após se submeterem à cirurgia, se sentem mais bonitos e seguros e modificam o funcionamento de seu corpo. Para comprovar tal fenômeno, o pesquisador do Instituto de Psicologia da USP, Walter Poltrinieri, aplica um teste aos seus alunos. Ele pede para que, de olhos fechados, imaginem que tem um limão em uma das mãos e que o levem ao nariz para sentir seu cheiro. Então devem cortá-lo com uma faca imaginária e espremer algumas gotas. Segundo o pesquisador, 90% dos alunos salivam ao fim do teste.

O que acontece com o paciente após a cirurgia é parecido. Ele se gosta mais ao se olhar no espelho, causando uma liberação de endorfina, o hormônio da felicidade. Além de ocorrerem mudanças neuromusculares permanentes.

Mas, é evidente que a Cirurgia Plástica tem de ser entendida como um processo com diversas fases entre o desejo da pessoa de se sentir diferente até o momento em que ela decide se submeter ao processo. É aí que entra a responsabilidade e a ética do cirurgião. Por sua experiência profissional, ele sabe quem está apto ou não a realizar determinada cirurgia. Cabe a ele aconselhar o paciente sobre exageros ou a falta de necessidade do procedimento.

A vontade da realização de uma cirurgia estética está relacionada a diversos problemas psicológicos, e ela pode ser uma solução para eles. Há incontáveis casos de pessoas que melhoraram o modo de se relacionar com familiares, amigos, colegas de trabalho e, principalmente, parceiros, por causa da cirurgia. Elas lutam para deixar de sofrer por conta de que seu corpo desperta a atenção das outras pessoas negativamente. Ou simplesmente a própria atenção.

Assimetria, partes do corpo muito grandes, obesidade, entre outros problemas, podem ser grandes inibidores de personalidade. É incrível como a cirurgia pode revelar aspectos psicológicos positivos de pessoas que antes os escondiam por terem a autoestima muito baixa e não conseguirem sociabilizar-se.

A quantidade de cirurgias realizadas dia a dia é proporcional aos benefícios que ela traz. De acordo com o Datafolha, entre 2004 e 2006, o número de brasileiros que se submeteram à plástica saltou de 616 mil para 700 mil. Essa tal “febre da plástica” demonstra o quanto as pessoas se realizam ao melhorarem sua aparência, num mundo em que a beleza ultrapassa barreiras e abre portas.

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A importância do pós-operatório

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Por Marina Sartori

Jornalista

O resultado de qualquer cirurgia plástica, para que atinja as expectativas tanto do paciente quanto do cirurgião, depende de uma série de fatores. Para garantir a eficácia da cirurgia, evitar possíveis complicações e passar por uma recuperação tranquila e saudável, quem se submete a cirurgias plásticas precisa se ater a alguns cuidados específicos de cada procedimento.

Todo cuidado é pouco quando se trata de cirurgia plástica. O período pós-operatório de cada cirurgia plástica tem suas características específicas e não adianta fugir dele. Muitas vezes é comum que o paciente já se sinta apto a realizar uma série de atividades, ou ache que não precisa mais de curativos. Mas ninguém melhor do que o cirurgião plástico para definir quando se deve ou não voltar à vida normal.

O corpo humano, após qualquer intervenção cirúrgica, precisa de um tempo para se regenerar. O sistema imunológico fica abalado, a circulação sanguínea precisa trabalhar mais, a cicatrização e a eliminação de líquidos consomem energia, entre outros fatores.

Uma série de alterações ocorre nos primeiros dias e o organismo precisa de toda a ajuda possível. Repouso, consumo de bastante água, boa alimentação, abstinência de cigarro e álcool, evitar exposição ao sol, trocar e limpar curativos e não se esforçar são algumas das precauções que se deve tomar no pós-operatório de todas as cirurgias plásticas. Entretanto, como já dito anteriormente, existem cuidados específicos para cada procedimento, de acordo com as necessidades geradas por cada intervenção cirúrgica diferente.

Além das recomendações indispensáveis do pós-operatório, há alguns tratamentos estéticos que podem auxiliar a recuperação, ajudar o organismo nas suas funções e acelerar o processo de aparecimento dos resultados. Um deles é a drenagem linfática, massagem que auxilia o organismo na eliminação de líquidos e evita o aparecimento de fibroses. Ela é muito indicada em pós-operatórios de Abdominoplastia e Lipoaspiração.

Siga todas as instruções de seu cirurgião sobre o pós-operatório. Não deixe de acreditar na experiência e sabedoria de seu médico. Assim você poderá evitar uma série de riscos a sua própria saúde, além de que os resultados serão muito mais satisfatórios.

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A hora certa de realizar uma cirurgia plástica

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Por Marina Sartori

Jornalista

A Cirurgia Plástica tem exercido um papel cada vez mais importante no nosso tempo. A constante evolução da especialidade, por meio de aperfeiçoamento tecnológico de técnicas e dos próprios cirurgiões profissionalmente, são o espelho de que a Cirurgia Plástica só tem beneficiado as pessoas e proporcionado uma melhora na qualidade de vida de pacientes.

A procura por uma forma física mais harmoniosa comprova que as pessoas querem, cada vez mais, integrar-se ao grupo social em que vivem, restituindo sua autoestima. A Cirurgia Plástica proporciona essa integração e resulta num maior sentimento de pertencimento ao grupo e, consequentemente, mais felicidade.

Mas como saber a hora certa de se submeter a procedimentos cirúrgicos? Há como resumir os inúmeros motivos pelos quais a cirurgia plástica é tão procurada com apenas uma palavra: insatisfação. Estar infeliz em relação à própria aparência é uma das razões mais frequentes entre as pessoas que se submetem a cirurgias plásticas. Entretanto, é preciso atentar para o porquê dessa infelicidade. Muitas vezes, problemas de autoestima em que o paciente já apresenta sintomas de depressão, por conta da aparência, são resolvidos em uma sala de psicólogo. Em contrapartida, há casos em que a pessoa tem a certeza do que quer, mas amigos e familiares consideram a cirurgia plástica uma futilidade e ela continua com o problema. Conclui-se, portanto, que somente paciente e médico podem chegar à melhor conclusão sobre a realização ou não da cirurgia plástica e que o importante é priorizar sua saúde física e mental.

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Orelhas de abano

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Por Marina Sartori

Jornalista

 

Saiba como, por meio de uma cirurgia plástica simples, acabar com esse problema.

 

Você tem orelha de abano? Não se envergonhe. Você é só mais um entre milhões de brasileiros com essa característica. Os motivos pelos quais se tem esse afastamento do pavilhão auricular, ou seja, quando a orelha fica afastada da cabeça, são inúmeros. Mas a cirurgia plástica de correção desse problema é muito simples, e é chamada de Otoplastia.

Às vezes, um pequeno detalhe na aparência pode provocar desde gozações quando se é criança até problemas psicológicos na vida adulta. A orelha de abano é um grande vilão nesses casos, mas pode ser solucionada muito cedo, pois existem técnicas de cirurgia plástica que podem ser realizadas até em crianças pequenas, pois é uma característica de fácil identificação. Ela pode ser genética ou causada por um grande número de fatores, entre eles a falta de cuidado com o bebê, deixando sua orelha dobrar ao segurá-lo no colo. Além disso, a Otoplastia é um procedimento muito simples.

A cirurgia de orelha em abano dura em média 30 minutos para cada orelha e a anestesia pode ser local ou geral. O cirurgião e o anestesista devem entrar em acordo sobre o tipo de preparação, que depende das condições clínicas, psicológicas e a idade do paciente, bem como da dimensão da cirurgia. O procedimento, normalmente, é realizado em ambulatório, porém em condições assépticas, de centro cirúrgico. A alta frequentemente é concedida algumas horas após a cirurgia, exceções as vezes em que o paciente precisa de recuperação da anestesia, ou em casos de complicações, que são raríssimas.

Os cuidados pós-operatórios não passam de troca de curativos quando se achar necessário, para que se mantenha a higiene e, assim, evitar inflamações. É importante evitar dormir sobre a orelha por pelo menos três semanas. Entretanto, além desses cuidados, o paciente poderá voltar às suas atividades normais somente após seis dias, quando os pontos são retirados.

É importante ressaltar que, apesar do paciente poder ir para casa no mesmo dia, o resultado da Otoplastia não é imediato. No início as orelhas ficarão inchadas e avermelhadas, sintomas que diminuem gradativamente em cerca de 20 dias. A aparência das orelhas após a cirurgia plástica só deve ser avaliada depois de três meses, porque, como em qualquer outra cirurgia, existe uma evolução do pós-operatório que deve ser respeitada.

Quanto às cicatrizes, não há porque haver preocupação. Elas são de apenas poucos milímetros e ficam em um lugar praticamente imperceptível, porque o corte necessário para a cirurgia é feito no sulco atrás da orelha. E, por se tratar de uma região com pele muito fina, a cicatrização tende a ser melhor.

Esclarecido o porque da Otoplastia ser nada complexa, é muito importante atentar para a escolha do cirurgião. Apesar de ser um procedimento simples, a cirurgia de orelha não pode ser realizada por qualquer pessoa, mas sim por um médico especializado em Cirurgia Plástica, com diploma validado pelas leis brasileiras.

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Prótese de panturrilha

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Por Marina Sartori

Jornalista

A panturrilha, principalmente entre os homens, é uma das partes do corpo na qual mais se deseja definir. É comum em academias e parques ver pessoas exercitando a panturrilha e, apesar de ser relativamente fácil enrijecer a musculatura desta região para algumas delas, para outras não é assim tão simples.

Graças ao recente desenvolvimento de próteses de silicone de variados formatos, a cirurgia plástica de panturrilha pode ser realizada com mais precisão e os resultados são extremamente favoráveis, com altos índices de aprovação pelos pacientes.

Este procedimento é indicado para pacientes que apresentam uma “batata da perna” com projeção muito pequena e desproporcional em relação ao resto do corpo. A panturrilha, para ter harmonia com a perna como um todo, precisa ter um tamanho que acompanhe o das coxas, para que não dê a impressão de que é fina demais. A inclusão de prótese de silicone aumenta o volume da panturrilha, tornando mais harmônico o contorno das pernas.

A prótese é inserida por meio de pequena incisão nos sulcos atrás dos joelhos, tornando a cicatriz muito disfarçada. Tal cirurgia é realizada em centro cirúrgico hospitalar, e a alta é dada após algumas horas depois ou no dia seguinte, dependendo da recuperação do paciente. Exercícios físicos devem ser evitados por pelo menos um mês, mas a volta ao trabalho está liberada em uma semana.

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Correção de Contorno Corporal

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Por Marina Sartori

Jornalista

A correção do contorno corporal é uma cirurgia plástica de abordagem ao subcutâneo da paciente, visando à valorização das curvas femininas. Essas alterações proporcionam um rejuvenescimento do contorno corporal e aumento da sensualidade.

A técnica de correção do contorno corporal é encarada de uma maneira artística. A gordura retirada de determinadas regiões pode ser colocada em outras partes do contorno corporal que estejam precisando de algum preenchimento.

A Cirurgia Plástica de Contorno Corporal é realizada por meio de uma lipoescultura, com pequena incisão, por onde é introduzida uma cânula que faz a sucção da gordura, armazenada num recipiente. Tal gordura pode ser “reinjetada”, fazendo uso de seringas especiais, nas regiões deprimidas do contorno corporal, sem deixar marcas.

O resultado é um corpo esculpido pelo cirurgião plástico, que tem experiência na anatomia da mulher, além do olhar diferenciado sobre a simetria do contorno corporal.

Cicatrizes em Cirurgia Plástica

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Por Marina Sartori

Jornalista

Frequentemente se ouve falar que Cirurgias Plásticas não deixam cicatrizes. Mas isso não é verdade, infelizmente. Na cirurgia plástica, como em qualquer outro tipo de operação, é obrigatória a lesão de algum tipo de tecido, pele, músculo e até osso. Entretanto, existem técnicas cirúrgicas das quais o médico pode utilizar para deixar a cicatriz o menos perceptível possível.
Itens controláveis pelo cirurgião plástico e outros relacionados ao organismo e cuidados do paciente agem sobre a qualidade final da cicatriz. O médico preocupa-se com a higiene, a fim de evitar infecções, com técnicas de sutura avançadas e materiais de alta tecnologia. Porém, o aparecimento de quelóides é relacionado ao organismo do paciente e incontrolável pelo médico.
O quelóide é uma cicatriz grossa, que cresce de acordo com a evolução do corte, geralmente em alto relevo e endurecida. Apesar de ser dificilmente diagnosticada precocemente, já existem maneiras de preveni-las e tratá-las.
Toda cicatriz deve ser bem cuidada e higienizada. O processo de evolução de qualquer cicatriz se dá em três fases: o período imediato, no qual ela se apresenta pouco visível, excetuando os casos em que há reação aos pontos pela pele; o período mediato, até o sexto mês após a cirurgia, quando ocorrerá a mudança de cor de vermelha para marrom e um espessamento gradativo; e o período tardio, do sexto ao décimo segundo mês, que é aquele em que a cicatriz começa a se tornar mais clara e fina, atingindo aos poucos o aspecto definitivo.
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