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Pacientes que decidem associar o fumo à cirurgia plástica podem ter complicações durante alguma etapa do processo, desde durante a anestesia até no final da cicatrização.  Entre as principais recomendações dos profissionais da Montenegro Cirurgia Plástica para o pré-operatório, está a suspensão do uso do cigarro, descubra o motivo:

O cigarro é um agressor ao sistema respiratório, possui milhares de toxinas e seu uso frequente pode levar a um aumento da produção de muco, redução dos mecanismos de defesa do pulmão e tosse frequente. Além disso, o fumante crônico pode desenvolver enfisema, que é a destruição de parte do pulmão, causando perda da capacidade de oxigenação.

Complicações na cirurgia

A perda da capacidade de oxigenação poderá atrapalhar a anestesia, enquanto a tosse frequente poderá levar ao sangramento e causar grandes hematomas no pós-operatório, podendo, inclusive, ser necessária uma operação para a retirada do sangue acumulado.

A nicotina presente no cigarro produz a vasoconstricção, que é o fechamento dos pequenos vasos sanguíneos, a consequência disso é a redução da circulação nos tecidos. Sem receber sangue, os tecidos podem morrer, causando necrose, que quando combinada com o procedimento cirúrgico, poderá prejudicar o processo de cicatrização, tendo como resultado cicatrizes indesejadas.