MONTENEGRO - Cirurgia Plástica

Dermolipectomia de Coxas

Lifting de coxas / plástica de coxas / coxas flácidas

Para as mulheres que se sentem inseguras para usar e abusar de mini-saias e shorts, a dermolipectomia das coxas é uma solução. A cirurgia, também chamada de lifting de coxas consiste na retirada de gordura e pele em excesso desta região do corpo (dermo = pele; lipo = gordura; ectomia = retirada). Nem sempre a lipoaspiração é a melhor saída para pessoas que possuem as pernas grossas. Quando existe, além de excesso de gordura ou excesso de pele na região das coxas, o procedimento mais indicado é a dermolipectomia das coxas.

A cirurgia é indicada para pacientes que sofreram grande e rápido emagrecimento – após uma cirurgia bariátrica, por exemplo – e também para pacientes que se sentem inseguros com sua aparência devido ao cúmulo de flacidez, resultante do processo de envelhecimento. Em ambos os casos, somente a cirurgia plástica pode melhorar a aparência das pernas.

No caso de pacientes que se submeteram à cirurgia de redução de estômago, a velocidade de emagrecimento causada pelo procedimento impede que a pele se ajuste aos poucos ao novo contorno corporal, causando grandes sobras de pele flácida em todo o corpo. Além disso, existe uma grande dificuldade em eliminar a flacidez da pele apenas com exercícios físicos – já que, após sofrer um estiramento maior do que o seu limite de elasticidades, a pele flácida não volta a ser rígida.

O procedimento pode ser ocorrer isoladamente, ou associado à lipoaspiração, o que garante melhor contorno corporal. A dermolipectomia não deve ser considerada como tratamento de obesidade, ou substituto de dietas e exercícios físicos.

O pré-operatório do procedimento consiste na realização de todos os exames laboratoriais prescritos pelo médico, na suspensão de medicamentos anticoagulantes – como o ácido acetilsalicílico – e em ter usado cigarro ou consumido bebidas alcoólicas dias antes da cirurgia. Além disso, deve ser realizado jejum absoluto de sólidos e líquidos nas oito horas que antecedem o procedimento. Em caso de gripe ou mal estar, o médico deve ser avisado.

Para se obter os resultados desejados, é importante que todas as recomendações pós-operatórias sejam seguidas à risca.

Durante o pós-operatório podem ocorrer edemas (inchaço) e equimoses (áreas avermelhadas), e tais sintomas desaparecem em alguns dias. Um analgésico será receitado para os casos de dor. Deve-se evitar o excesso de movimentos, principalmente abrir muito as pernas, visto que a cicatriz se encontra próxima à virilha e será forçada nestes casos. A tração natural exercida na cicatriz pelo andar e pela gravidade pode levar a cicatriz a apresentar leve alargamento nos primeiros meses. Quanto menor for esta tração, menor o grau do alargamento.

É obrigatório o uso de cinta cirúrgica por, pelo menos, um mês, ou segundo prescrição médica. Pelo mesmo período, deve-se evitar esforço físico e carregamento de peso. Os pontos são retirados entre uma e duas semanas após a cirurgia. O retorno às atividades habituais ocorre em duas a três semanas.

Especificações
  • Anestesia: peridural com sedação ou geral
  • Duração da cirurgia: entre 2 e 3 horas
  • Tempo de internação: entre 12 e 24 horas
  • Pré-operatório: realização de exames laboratoriais e suspensão do uso de medicamentos como, por exemplo, anticoagulantes
  • Pós-operatório: uso de cinta cirúrgica durante, pelo menos, um mês
  • Tempo de recuperação: duas a três semanas
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